O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) apoia a apicultura no semiárido, destacando startups como a BeeWeb e empreendimentos cearenses que promovem produtos sustentáveis. Essas iniciativas visam modernizar a produção de mel, aumentar a renda de pequenos produtores e fortalecer a Rota do Mel, beneficiando 370 municípios e contribuindo para a preservação ambiental.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) tem promovido ações para fortalecer a apicultura e meliponicultura no semiárido brasileiro, buscando desenvolvimento sustentável. Recentemente, startups e negócios locais têm recebido apoio técnico e financeiro para modernizar a produção de mel, aumentar a renda de pequenos produtores e agregar valor aos produtos derivados do mel.
Uma das startups em destaque é a BeeWeb, que desenvolve tecnologias para apicultura inteligente. A empresa criou uma colmeia tecnológica que mede em tempo real parâmetros de produção de mel e bem-estar das abelhas. Além disso, oferece uma plataforma de gestão integrada de apiários e meliponários, proporcionando maior controle e eficiência para os produtores.
No Ceará, o Centro de Inovação e Difusão de Tecnologias para o Semiárido (CIDTS) tem incubado negócios que se destacam na produção de produtos à base de mel. O Apiário Flor de Mandacaru e o Apiário Ouro do Sertão, localizados em Crateús, produzem alimentos, bebidas, extrato de própolis e cosméticos naturais. Outro exemplo é a Flor da Aurora, em Madalena, que fabrica cosméticos orgânicos e produtos alimentícios gourmet.
Todas essas iniciativas fazem parte da Rota do Mel, uma estratégia do MIDR que visa promover o desenvolvimento territorial sustentável. Criada em dois mil e doze, a Rota do Mel foca em regiões de baixa renda, especialmente no Nordeste Semiárido, e está presente em doze estados brasileiros, abrangendo trezentos e setenta municípios.
O secretário de Desenvolvimento Regional e Territorial, Daniel Fortunato, destaca que a apicultura não apenas gera renda e emprego, mas também contribui para a preservação ambiental, já que as abelhas são importantes polinizadoras. O MIDR acredita que o apoio a startups e empreendimentos locais moderniza o setor e reafirma o compromisso com o desenvolvimento regional e sustentável.
Essas ações demonstram o potencial da apicultura no Brasil e no exterior, transformando a realidade de centenas de produtores. A união da sociedade civil pode ser fundamental para estimular e apoiar esses projetos, promovendo um impacto positivo na vida de muitos que dependem dessa atividade econômica.

Sebastião Salgado, renomado fotógrafo, anunciou sua aposentadoria da fotografia documental após cinquenta anos, devido a sequelas de malária e problemas na coluna. Sua trajetória foi acompanhada pelo Estadão, destacando exposições e projetos impactantes.

Mais de 90 milhões de brasileiros ainda carecem de saneamento básico, com 30 milhões sem água potável. Em 2023, 1.793 municípios foram atendidos por empresas privadas, com investimentos de R$ 178 bilhões.

A Alesp aprovou um programa de combate à pobreza em São Paulo, que prevê R$ 150 mensais para famílias elegíveis e uma jornada de reintegração ao mercado de trabalho, com investimento de R$ 500 milhões. O programa visa atender 105 mil famílias até 2026, incluindo aquelas com renda per capita de até R$ 218, e não compete com o Bolsa Família, segundo a secretária de Desenvolvimento Social.

A Sociedade Brasileira de Pediatria apoia a ampliação da licença-paternidade para até 60 dias, destacando a importância da presença paterna nos primeiros dias de vida. O Congresso é instado a avançar com projetos de lei sobre o tema.

O Nordeste brasileiro se destaca no agronegócio e na transição energética, com R$ 32 bilhões investidos em energias renováveis pelo Banco do Nordeste, que também lançou edital de R$ 10 bilhões para projetos estruturantes.

A exposição "Claudia Andujar e seu universo: ciência, sustentabilidade e espiritualidade" estreia no Museu do Amanhã, reunindo 130 obras da artista e 40 de outros criadores. A mostra, parte da Ocupação Esquenta COP, destaca a relação entre arte e questões ambientais, promovendo um diálogo essencial sobre mudanças climáticas.