O Hospital Nove de Julho alcançou a marca de 10 mil cirurgias robóticas, destacando-se na urologia e ginecologia. Novas regulamentações do CFM exigem treinamento específico para cirurgiões, visando aumentar a segurança e a eficácia dos procedimentos.

A cirurgia robótica no Brasil tem avançado significativamente desde a chegada da primeira plataforma em 2008, especialmente em áreas como urologia e ginecologia. O Hospital Nove de Julho, em São Paulo, recentemente alcançou a marca de 10 mil cirurgias robóticas, com uma média anual de mil e trezentos procedimentos. Esse crescimento é impulsionado pela precisão e conforto que os robôs oferecem aos cirurgiões, permitindo que realizem operações complexas de forma minimamente invasiva.
As novas regulamentações do Conselho Federal de Medicina (CFM) exigem que os cirurgiões passem por um treinamento específico, incluindo pelo menos 20 horas em simuladores e duas horas em simulações de cirurgia. Essa formação é crucial, pois a experiência do cirurgião é um fator determinante para o sucesso do procedimento. O Hospital Nove de Julho também oferece capacitação a médicos de outras instituições e países, com um programa que dura seis meses.
Os robôs cirúrgicos, como o Da Vinci, são projetados para superar as limitações das ferramentas tradicionais, proporcionando maior mobilidade e controle. O cirurgião opera a partir de um console, onde pode visualizar o interior do paciente em três dimensões, enquanto os braços do robô replicam seus movimentos. Essa tecnologia não apenas melhora a precisão, mas também reduz o tempo de recuperação dos pacientes, que experimentam menos dor e sangramento em comparação com cirurgias abertas.
Apesar dos benefícios, a cirurgia robótica ainda enfrenta desafios, especialmente em relação ao acesso e custos. A maioria dos robôs está disponível apenas na rede privada de saúde, e os custos adicionais dos procedimentos são arcados pelos pacientes. A dependência de importações dificulta a redução de preços, mas a chegada de novos fabricantes, especialmente da China, pode tornar as cirurgias mais acessíveis no futuro.
O Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), realiza procedimentos cirúrgicos robóticos em caráter experimental. Além disso, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) está reavaliando a inclusão da prostatectomia assistida por robô na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), o que poderia ampliar o acesso a essa tecnologia.
Com o avanço da cirurgia robótica, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam o acesso a essas tecnologias. Projetos que visem a inclusão de cirurgias robóticas no SUS podem transformar a vida de muitos pacientes, garantindo que todos tenham acesso a tratamentos de ponta. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na saúde pública do Brasil.
O Ministério da Saúde selecionou 202 instituições para apoiar a criação de programas de residência médica, priorizando regiões com menor cobertura assistencial e especialidades estratégicas. A iniciativa visa fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) com um investimento de quase R$ 3 bilhões entre 2023 e 2024.

O Hospital Unimed Bauru expande seu setor de oncologia com a ampliação da Terapia Antineoplásica e uma nova estrutura para Transplante de Medula Óssea, totalizando 888,70 m². A iniciativa visa oferecer tratamentos mais avançados e humanizados, especialmente para crianças.

Pacientes de hemodiálise no Distrito Federal compartilham suas experiências, enquanto a nefrologista Alessandra Alves ressalta a importância do tratamento e suas causas, destacando a gratidão de um transplantado.

Estudo revela que a estimulação transcraniana de corrente contínua anódica, aliada a exercícios e educação sobre dor, reduz em até 38,76% a interferência da dor em mulheres com fibromialgia, superando o placebo.

O Ministério da Saúde expressou profundo pesar pelo falecimento de Preta Gil, destacando sua atuação em campanhas de conscientização sobre HIV e câncer. Sua luta inspirou muitos e deixou um legado significativo.

O Brasil incorporou o Zolgensma ao SUS para tratar a atrofia muscular espinhal em crianças, com investimento de R$ 959 milhões e monitoramento por cinco anos. O tratamento, considerado o mais caro do mundo, atenderá 137 pacientes com AME tipo 1, priorizando crianças até seis meses. As primeiras aplicações ocorreram em Brasília e Recife, com acompanhamento clínico rigoroso.