Crianças com sífilis congênita têm risco seis vezes maior de hospitalização, especialmente no primeiro mês de vida. A infecção materna também eleva os riscos, destacando a urgência de intervenções pré-natais.
A sífilis, infecção bacteriana provocada pelo Treponema pallidum, representa um desafio crescente à saúde pública global, afetando tanto países de alta quanto de baixa renda. Um estudo recente revelou que crianças com sífilis congênita apresentam um risco seis vezes maior de hospitalização, especialmente no primeiro mês de vida, com essa taxa elevada persistindo até os 36 meses. Além disso, crianças expostas à sífilis materna, mesmo sem infecção congênita, também enfrentam riscos significativos.
Os dados analisados abrangem mais de oito milhões de nascimentos únicos entre 2011 e 2015, com acompanhamento até cinco anos de idade. O estudo incluiu trinta mil crianças expostas à sífilis materna sem infecção detectada e mais de trinta e seis mil com sífilis congênita, comparando-as com mais de oito milhões de crianças não expostas. Os resultados mostraram que a primeira hospitalização foi mais frequente entre as crianças com sífilis congênita, com uma razão de risco de seis vírgula dezenove.
O risco de hospitalização foi particularmente elevado no primeiro mês de vida, com uma razão de risco de onze vírgula cinquenta e três para crianças com sífilis congênita. Essa condição não apenas aumenta as internações, mas também está associada a diagnósticos mais graves e a um tempo de permanência maior nos hospitais. As crianças expostas à sífilis durante a gestação apresentaram internações mais frequentes e prolongadas, refletindo a gravidade da infecção.
Além do aumento nas taxas de hospitalização, a análise de mortalidade revelou que crianças com sífilis congênita têm um risco de óbito duas vezes maior em comparação com aquelas não expostas. As que foram expostas à sífilis materna também mostraram um aumento no risco de mortalidade, com uma razão de risco de um vírgula vinte e nove. Esses dados ressaltam a importância de intervenções eficazes durante o pré-natal para mitigar os efeitos adversos da sífilis na saúde infantil.
O estudo destaca a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso para crianças expostas à sífilis, mesmo na ausência de infecção congênita. A detecção precoce e o tratamento adequado durante a gestação são fundamentais para reduzir complicações e melhorar os desfechos de saúde. A pesquisa também aponta para a importância de políticas públicas que garantam acesso a cuidados pré-natais de qualidade, especialmente em regiões com alta carga da doença.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitas crianças e famílias afetadas. Projetos que visem apoiar a saúde infantil e a prevenção da sífilis devem ser incentivados, promovendo um futuro mais saudável para todos. A mobilização em torno dessas causas é essencial para garantir que as crianças tenham acesso ao cuidado necessário e a um desenvolvimento saudável.
A prevalência de HIV entre pessoas acima de 50 anos aumentou drasticamente, com um crescimento de 416% no Brasil e duplicação na África Subsaariana. Campanhas de conscientização são urgentes. Estudos revelam que a faixa etária acima de 50 anos, historicamente negligenciada, agora apresenta taxas alarmantes de HIV. O médico Luicer Olubayo destaca a necessidade de intervenções específicas para combater o estigma e melhorar o acesso ao tratamento.
Cientistas descobriram anticorpos no sangue de Tim Friede, que injetou veneno de cobra por 18 anos, criando um potencial antídoto universal contra picadas. A pesquisa mostra resultados promissores em camundongos.
A Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, firmou parcerias com a EMS para produzir liraglutida e semaglutida no Brasil, visando reduzir custos e ampliar o acesso a esses medicamentos. A produção começará em Hortolândia (SP) e deve facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).
Planos de saúde devem cumprir prazos para consultas e exames, mas beneficiários, como Rosilene Moreira, enfrentam dificuldades, levando a um aumento nas reclamações à ANS. A situação exige atenção e ação.
Angela Ro Ro, cantora de 75 anos, está internada na UTI do Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro, após complicações de saúde. Ela passou por uma traqueostomia e precisa de ajuda financeira para a reabilitação vocal. O advogado da artista, Carlos Eduardo Campista de Lyrio, destaca que sua renda mensal é de apenas R$ 800, proveniente de direitos autorais. Angela, que não é aposentada, enfrenta dificuldades financeiras e precisa do apoio de fãs e doações. A chave PIX para contribuições é 625.962.507-30, registrada em seu nome. A artista, que está lúcida e em recuperação, poderá receber visitas a partir de quarta-feira (9).
A miopia, condição que afeta a visão de longe, pode aumentar 54% no Brasil até 2030, segundo a OMS. Celebridades como Kylie Jenner e Tiger Woods também convivem com a doença, que exige atenção e prevenção.