Projeto "Descobrindo Brasília" leva 240 crianças a pontos históricos da capital. A iniciativa da Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal proporciona experiências educativas e memoráveis, ampliando o acesso à cultura e história local.

O projeto "Descobrindo Brasília" proporcionou a 240 crianças em situação de vulnerabilidade a oportunidade de conhecer a história da capital federal. As atividades ocorreram entre os dias 2 e 4 deste mês e incluíram visitas ao Museu Vivo da Memória Candanga, à Catedral e à Ponte JK. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF), visa ampliar o acesso à cultura e à educação, atendendo o dobro de crianças em comparação ao ano anterior.
Durante os passeios, mais de 20 crianças do Varjão aprenderam sobre a construção de Brasília, explorando as casas de madeira que abrigaram o primeiro hospital da cidade. O subsecretário da Seac-DF, José Roberto Paiva, destacou a importância de levar as crianças a pontos históricos, afirmando que o objetivo é criar memórias afetivas que estimulem o interesse pelo conhecimento.
A secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, enfatizou que as visitas ajudam as crianças a entender que a trajetória de vida tem desafios, mas que a perseverança é fundamental para alcançar objetivos. As atividades são gratuitas e incluem transporte, lanches e monitores que garantem a atenção dos pequenos durante as aulas, que são breves e interativas.
As crianças também visitaram o Memorial dos Povos Indígenas e o Planetário de Brasília, ampliando seu conhecimento sobre a diversidade cultural da cidade. A educadora social Thamires Neves ressaltou que a experiência fortaleceu os vínculos dos estudantes com Brasília, despertando neles a curiosidade sobre a história local e as narrativas familiares.
O Museu Vivo da Memória Candanga, que oferece entrada gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, possui uma exposição permanente que narra a história da cidade desde sua idealização até os dias atuais. A mostra inclui fotografias, textos e objetos que retratam o cotidiano dos primeiros habitantes de Brasília, proporcionando uma imersão na cultura local.
Com a aproximação do aniversário de 65 anos de Brasília, a iniciativa "Descobrindo Brasília" se destaca como um exemplo de como a sociedade pode se unir para promover a educação e a cultura. Projetos como esse devem ser apoiados, pois ajudam a transformar a realidade de crianças em situação de vulnerabilidade, criando oportunidades para que elas conheçam e valorizem sua história.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 começam no dia 16 e vão até o dia 27, com valores variando conforme o NIS dos beneficiários. O programa exige cumprimento de regras para manutenção do benefício.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a ausência do governador Tarcísio de Freitas em evento na Favela do Moinho, onde lançou ação habitacional para quase 900 famílias. Lula questionou a tentativa de remoção das famílias e destacou a importância do governo federal no apoio à comunidade. Enquanto isso, o governo enfrentou uma derrota no Congresso com a derrubada de um decreto sobre o IOF, mas o ministro Márcio Macêdo minimizou a situação, afirmando que a verdadeira perda é para o país.

Ministério de Minas e Energia propõe ampliar descontos na conta de luz para 60 milhões. A proposta visa isentar consumidores do CadÚnico com consumo de até 80 kWh e oferecer descontos a famílias com renda de até um salário mínimo. A expectativa é que a medida beneficie milhões de brasileiros, promovendo alívio financeiro em suas contas de energia.

Casamento Comunitário 2025 terá quatro edições, com a primeira em 29 de junho, oferecendo 300 vagas para casais de baixa renda no Distrito Federal. Inscrições abertas nas unidades da Sejus.

Propostas de políticas públicas em São Paulo visam remover pessoas em situação de rua do Minhocão, priorizando carros e ignorando a realidade da pobreza. Essa abordagem gera críticas sobre a invisibilidade da miséria urbana.

Atacadão é condenado a pagar R$ 21 mil por danos morais a funcionária que enfrentou restrições severas para usar o banheiro, evidenciando a violação da dignidade humana no ambiente de trabalho.