Criolo participará do debate "Esse tal de Efeito Estufa" na Rio Climate Action Week, abordando a urgência da crise climática com cientistas e jovens ativistas. O evento visa conscientizar sobre os impactos diretos na vida cotidiana.

Criolo, cantor e compositor brasileiro, participará do debate "Esse tal de Efeito Estufa" durante a Rio Climate Action Week, que ocorrerá no dia 26. O evento, organizado pelo Instituto Clima e Sociedade, reunirá o artista com renomados cientistas e jovens ativistas, como Thelma Krug, Eduardo Assad, Paulo Saldiva e Marcele Oliveira, campeã da juventude da COP30. A discussão visa ressaltar a urgência de abordar os impactos da crise climática na vida cotidiana.
Em sua fala, Criolo destacou que "a temperatura do planeta subiu um pouco e isso não só nos afeta, mas aponta um abismo da urgência de falar de modo mais pedagógico e efetivo". Ele enfatizou a necessidade de levar o conhecimento sobre a crise climática para dentro das salas de aula, preparando os novos cidadãos para os desafios que enfrentarão.
O encontro pretende mostrar que a crise climática vai além das discussões diplomáticas e acadêmicas. Os organizadores ressaltam que a questão é concreta e já impacta a vida das pessoas, refletindo em diversos aspectos, como o aumento nos preços dos alimentos, secas, enchentes e problemas de saúde física e mental.
Além disso, a relação entre as ondas de calor e o aumento da violência doméstica também será abordada, evidenciando como a crise climática afeta a sociedade de maneira ampla. O conhecimento sobre esses impactos é fundamental para que a população possa exigir soluções efetivas dos governantes e instituições.
O evento se destaca como uma oportunidade para que a sociedade civil se mobilize em torno da questão climática, promovendo um diálogo necessário entre diferentes setores. A participação de artistas como Criolo traz uma nova perspectiva ao debate, unindo cultura e ciência em prol de um futuro mais sustentável.
Nossa união pode ser um catalisador para ações que ajudem a mitigar os efeitos da crise climática. Projetos que promovam educação ambiental e conscientização são essenciais para preparar as futuras gerações e enfrentar os desafios que estão por vir.
O Ibama concedeu a primeira licença prévia para um projeto de energia eólica offshore em Areia Branca, RN, com capacidade de 24,5 MW, destacando a importância da regulação ambiental na transição energética do Brasil.

A Stellantis inaugurou o primeiro "Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças" da América Latina em Osasco (SP), com investimento de R$ 13 milhões, focando na reciclagem de veículos e venda de peças reaproveitadas. O centro, que pode desmontar até 8 mil veículos por ano, promete gerar 150 empregos e evitar a emissão de 30 mil toneladas de CO₂ anualmente. As peças, com garantia de qualidade e rastreabilidade, serão vendidas a preços reduzidos, contribuindo para a economia circular e a redução de veículos desmontados irregularmente.

O Brasil promove o conceito indígena de mutirão, mas aprova legislações que ameaçam a Amazônia e os direitos indígenas, como o PL da Devastação e projetos de infraestrutura. É urgente incluir os Povos Indígenas nas políticas climáticas.

A Viação Pioneira receberá 444 novos ônibus, com 217 entregues ainda em 2025. O governador Ibaneis Rocha anunciou que a frota do Plano Piloto será totalmente elétrica até 2025, visando reduzir poluentes.

Desabamento do Aterro Sanitário Ouro Verde em Padre Bernardo (GO) leva Semad a desviar o Córrego Santa Bárbara e retirar 42 mil metros cúbicos de lixo, após falhas da empresa responsável. Medidas emergenciais são urgentes.

Estudo de universidades chinesas revela que ferver e filtrar água da torneira pode eliminar até 90% dos microplásticos, utilizando carbonato de cálcio como método acessível e eficaz. Essa descoberta pode transformar a forma como lidamos com a contaminação por microplásticos na água potável.