Cris Leite, aos 51 anos, fez história ao competir no Miss Universe Brasil 2025, defendendo a inclusão de mulheres maduras na moda. Sua trajetória inspira e desafia o etarismo.

Natural de São Paulo e residente em Campinas, Cris Leite se destacou ao participar do Miss Universe Brasil 2025, tornando-se a primeira mulher brasileira de 51 anos a competir no evento. Sua participação não foi apenas uma conquista pessoal, mas também uma importante reivindicação pela inclusão de mulheres maduras na moda e na publicidade. Cris enfatizou que a idade não deve ser um obstáculo para a realização de sonhos e que a beleza é atemporal.
Em suas palavras, Cris afirmou: "Sou a primeira mulher brasileira de 51 anos a participar do concurso de Miss Universe e fui até lá para falar a triste realidade que ocorre no Brasil: etarismo." Ela destacou a necessidade de diversidade etária em todos os setores da sociedade, especialmente na moda e publicidade, onde a representação de mulheres acima de cinquenta anos é urgentemente necessária.
Cris Leite teve uma trajetória profissional que começou na odontologia, onde atuou por 27 anos. Um grave acidente, que resultou em uma fratura na cabeça, mudou seu caminho. Após um mês internada e dez dias em coma, ela decidiu deixar a carreira na odontologia para se dedicar às artes, tornando-se modelo e atriz. Hoje, é uma referência no mercado, especialmente como modelo comercial e fashion.
Como uma das principais vozes contra o etarismo na indústria da moda, Cris compartilha sua visão nas redes sociais. Em seu perfil no Instagram, onde possui 17 mil seguidores, ela publica fotos de viagens, looks e trabalhos, sempre ressaltando a força e a beleza das mulheres maduras. "A mulher madura é forte, é inspiradora, é referência. Um grande viva a todas nós!", escreveu ela em uma de suas postagens.
A participação de Cris no Miss Universe Brasil 2025 representa um marco na luta contra o etarismo, mostrando que a beleza não tem prazo de validade e que as experiências de vida são valiosas. Sua mensagem ressoa com um público consumidor que busca representatividade e inclusão, especialmente o grupo de pessoas com mais de cinquenta anos, que representa um significativo poder econômico.
Iniciativas como a de Cris Leite são essenciais para promover a inclusão e a diversidade. A sociedade civil pode se unir para apoiar projetos que visem a valorização de mulheres maduras, ajudando a transformar a realidade do mercado da moda e da publicidade. Essa união pode fazer a diferença na luta contra o etarismo e na promoção de uma sociedade mais justa e representativa.

Fernando Fernandes, ex-BBB e atleta paralímpico, andou novamente após 14 anos com o auxílio de um equipamento. Ele compartilhou a emoção em vídeo no Instagram, reacendendo esperanças e sonhos.

O projeto “Educar para Sustentar” transforma o Cemitério São Francisco Xavier em espaço educativo, promovendo reciclagem e conscientização socioambiental em escolas públicas. A iniciativa, da Reviver S/A, visa ressignificar cemitérios como locais de aprendizado e fortalecer laços comunitários.

O Ministério Público de São Paulo investiga o prefeito Ricardo Nunes e três secretários por possível improbidade administrativa relacionada ao despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá. A gestão municipal notificou o teatro para desocupar o espaço, alegando necessidade para um projeto de moradia social, mas a decisão gerou forte reação no meio cultural, incluindo uma carta da atriz Fernanda Montenegro. O inquérito apura a falta de diálogo e possíveis abusos de poder, enquanto a Prefeitura afirma ter oferecido uma nova área para o teatro.

A prorrogação da nova NR-1 para 2026 resultou em um congelamento de iniciativas de saúde mental no trabalho, apesar do aumento de afastamentos por transtornos mentais. A urgência deve ser pela saúde, não por multas.

A Justiça Federal determinou que a União pague R$ 200 mil por danos morais coletivos devido a declarações homofóbicas de Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação. A indenização será destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, visando apoiar a população LGBTI+.

A OSDE lançou o programa "One Life", que visa promover o bem-estar integral dos colaboradores, abordando alimentação, finanças e gestão emocional, já impactando mais de mil funcionários. Gisela Costanzo, responsável pela iniciativa, destaca a importância de hábitos saudáveis e a conexão entre vida pessoal e profissional.