Cubatão, antes um dos locais mais poluídos do mundo, agora é referência em sustentabilidade. O município recebeu o Selo de Cidade Verde do Mundo da ONU, destacando suas políticas de arborização e recuperação ambiental. Essa transformação é resultado de iniciativas como o Plano Municipal de Arborização Urbana e projetos que preservam ecossistemas locais.

O município de Cubatão, localizado na Baixada Santista, foi amplamente reconhecido na década de 1980 como um dos lugares mais poluídos do mundo. A gravidade da situação inspirou a canção "Lua de Mel", do grupo Premeditando Breque, que retratava a realidade local de forma crítica e irônica. A música descrevia um casal que escolhia Cubatão para suas núpcias, destacando as condições adversas do ambiente, como as tosses e a presença de "mutantes".
Atualmente, Cubatão passou por uma transformação significativa e se tornou um exemplo de recuperação ambiental. O município recebeu o Selo de Cidade Verde do Mundo, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em parceria com a Arbor Day Foundation. Essa certificação é um reconhecimento das políticas públicas eficazes implementadas para a arborização e a recuperação de áreas verdes.
Além de Cubatão, outras doze cidades do estado de São Paulo também foram agraciadas com a mesma certificação, fazendo com que São Paulo se destacasse como o estado brasileiro com o maior número de municípios reconhecidos. O selo é concedido a cidades que desenvolvem e implementam estratégias de manejo de florestas urbanas e naturais, promovendo a arborização como uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
As ações que resultaram na conquista do selo incluem o Plano Municipal de Arborização Urbana, o plantio de árvores nativas e a recuperação de áreas verdes. Além disso, projetos habitacionais têm sido desenvolvidos com o objetivo de preservar ecossistemas locais, como manguezais e restingas, contribuindo para a biodiversidade e a sustentabilidade ambiental.
A transformação de Cubatão é um exemplo inspirador de como políticas públicas bem estruturadas podem reverter cenários críticos e promover um ambiente mais saudável. Essa mudança não apenas melhora a qualidade de vida dos moradores, mas também serve como modelo para outras cidades que enfrentam desafios semelhantes.
Nessa trajetória de recuperação, a união da sociedade civil é fundamental. Projetos que visam a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida podem ser impulsionados por iniciativas coletivas, mostrando que a mobilização da comunidade pode fazer a diferença em contextos desafiadores.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Ibirajuba e Casinhas, permitindo acesso a recursos federais para enfrentar a estiagem. As prefeituras podem solicitar ajuda para ações de defesa civil.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.159/2021, que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental, gerando polêmica sobre seus impactos na proteção ambiental. O projeto, apoiado pela bancada ruralista, permite licenças simplificadas e isenções para diversas atividades, mas enfrenta críticas de especialistas e do Ministério do Meio Ambiente, que alertam para riscos à fiscalização e à segurança ambiental.

Líderes do BRICS lançam plano para aumentar financiamento climático, exigindo cumprimento de promessas de países ricos e propondo US$ 300 bilhões anuais até 2035 para países em desenvolvimento.

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destaca a liderança das populações vulneráveis na luta climática em sua quinta carta, enquanto o Observatório do Clima critica a crise de hospedagem em Belém.

Estudo recente alerta que a extinção de diversas espécies pode ocorrer em ritmo acelerado nos próximos cinquenta anos, demandando ações urgentes para preservar a biodiversidade global.

Duas jaguatiricas foram atropeladas em rodovias de São Paulo, destacando a vulnerabilidade da espécie, considerada quase ameaçada e essencial para o equilíbrio ecológico da região. O biólogo André Gonçalves Vieira alerta para os riscos de atropelamentos e perda de habitat.