O GLOBO promove debate gratuito sobre "Cultura em movimento" no dia 2 de julho, reunindo líderes culturais e políticos para discutir o impacto econômico da cultura no Rio de Janeiro. O evento, que contará com a participação de Danielle Barros, Clara Paulino e outros, destaca a importância da cultura na geração de empregos e no fortalecimento da identidade fluminense.

O estado do Rio de Janeiro, conhecido por sua diversidade cultural, será palco de um debate gratuito sobre "Cultura em movimento" no dia 2 de julho. O evento, promovido pelo GLOBO, reunirá importantes figuras da cultura e política fluminense para discutir o impacto econômico da cultura na sociedade. O encontro ocorrerá no auditório da Editora Globo, a partir das 9h30, e contará com transmissão ao vivo pelas redes sociais dos jornais O GLOBO e Extra.
A secretária estadual de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, destaca que desde 2020, mais de R$ 1 bilhão foram investidos no setor cultural. Segundo ela, cada real investido na cultura gera um retorno de R$ 6,51 para a sociedade, evidenciando o efeito dominó que a atividade cultural provoca em outras áreas da economia. O debate será dividido em duas mesas temáticas, abordando a potência das culturas do Rio e as experiências regionais.
A primeira mesa, intitulada “Do Sambódromo ao MIS: a potência das culturas do Rio”, contará com a participação de Danielle Barros, Clara Paulino, presidente da Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e Cesar Miranda Ribeiro, presidente da Fundação Museu da Imagem e do Som. O objetivo é destacar instituições e manifestações que simbolizam a identidade cultural da capital fluminense.
A segunda mesa, “A força das experiências regionais”, focará nas iniciativas culturais do interior do estado. Participarão Hingo Hammes, prefeito de Petrópolis; Rodrigodraw Miguel, fundador do Serra Comics; Conceição Diniz, assessora-chefe da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro; e Big Joe Manfra, diretor técnico do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. Os debates serão mediados pelo jornalista Rafael Galdo.
Clara Paulino ressalta a importância de discutir a cultura não apenas sob a perspectiva histórica e social, mas também econômica. Ela afirma que a valorização da diversidade cultural movimenta cadeias produtivas, gera emprego e fortalece a identidade fluminense. O evento ocorre em um contexto de fortalecimento da política cultural no estado, com investimentos significativos que demonstram a relevância da cultura como vetor de desenvolvimento econômico.
Em um cenário onde a cultura desempenha um papel vital na economia e na identidade do Rio de Janeiro, é essencial que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas culturais. Projetos que promovem a diversidade e a inclusão cultural merecem ser estimulados, pois podem transformar a realidade de muitas comunidades e fortalecer o tecido social do estado.

Durante a Flip 2025, a mesa "Pertencer, transformar" reuniu Verenilde Pereira e Astrid Roemer para discutir literatura, pertencimento e opressão, destacando a violência contra mulheres indígenas. As autoras refletiram sobre a função da literatura em resgatar vozes silenciadas e questionaram a opressão patriarcal em suas obras.

Foi inaugurado o Centro de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Brasil, com investimento de R$ 14,5 milhões, promovendo a pesquisa e valorização das culturas indígenas. A iniciativa, apoiada pela FAPESP e instituições acadêmicas, visa preservar e difundir a diversidade linguística e cultural dos povos originários, com protagonismo das comunidades.

Influenciador Felipe Bressanim Pereira, o Felca, denuncia a adultização infantil, destacando seus efeitos nocivos no desenvolvimento emocional e social das crianças, conforme alerta a psicóloga Maíra Roazzi.

O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) lançou a Deb, uma inteligência artificial brasileira dedicada ao letramento racial, com o objetivo de impactar 100 mil educadores até 2026. Desenvolvida por especialistas negros e indígenas, a Deb oferece suporte a instituições na promoção da diversidade e inclusão, atuando em ambientes corporativos e educacionais. Desde seu lançamento, já trocou mais de 58 mil mensagens e se destaca em campanhas como "Respeito Sim" e "Escolas Sim".
Biblioteca comunitária no Parque Ecológico Olhos D’Água, em Brasília, promove conhecimento e interação social, atraindo frequentadores como a nutricionista Nadir Naupe e o jornalista Jack Ball. O espaço, que funciona por meio de doações e voluntariado, oferece uma diversidade de livros e é um ponto de encontro para a comunidade.

Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais da Amazônia Legal é criado para acelerar investimentos na região. A Sudam lidera a iniciativa, que envolve bancos como o Banco da Amazônia e o BNDES, visando promover governança e transparência nos financiamentos.