A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal lançou o bloco Cultura Viva, com mais de R$ 6 milhões em editais para projetos culturais. A iniciativa visa fortalecer a cultura local e garantir transparência no processo de seleção.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Omni, anunciou o lançamento do bloco Cultura Viva, que disponibiliza mais de R$ 6 milhões em editais. Este investimento visa apoiar iniciativas que promovem e preservam a cultura local. O resultado preliminar da análise de mérito será divulgado no dia nove de abril, na plataforma da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab-DF), assegurando transparência e acessibilidade para todos os envolvidos.
Os participantes poderão acessar a Nota Técnica da Análise de Mérito, o modelo de recurso para download e o campo para upload do arquivo final em PDF. O prazo para interposição de recursos será de dez a dezessete de abril, exclusivamente na plataforma oficial da Pnab-DF. Após o envio, não será possível editar ou reenviar os documentos, o que reforça a importância da atenção ao preencher as informações.
O edital TCC Pontos de Cultura selecionará vinte projetos de coletivos e entidades sem fins lucrativos, oferecendo um apoio de R$ 100 mil para cada um. Além disso, o TCC Pontões de Cultura premiará três instituições que já demonstraram atuação consolidada no fomento e articulação de redes culturais, com um valor de R$ 300 mil cada. Essas iniciativas visam fortalecer a cultura no Distrito Federal e incentivar a participação da sociedade civil.
Outra vertente do bloco Cultura Viva é a Premiação Cultura Viva, que reconhecerá iniciativas em andamento com prêmios que variam de R$ 30 mil a R$ 60 mil, totalizando R$ 3,15 milhões. Essa premiação é uma oportunidade para que projetos culturais em execução recebam o reconhecimento e o suporte que merecem, estimulando ainda mais a criatividade e a diversidade cultural na região.
Para mais informações, os interessados podem entrar em contato através do e-mail sac@pnabdf.org.br, WhatsApp 061 99196-9207 e Instagram @pnabdf. A comunicação aberta é fundamental para garantir que todos os detalhes sejam compreendidos e que as dúvidas sejam sanadas, permitindo uma participação efetiva nos editais.
Iniciativas como essa são essenciais para o fortalecimento da cultura local e podem ser impulsionadas pela união da sociedade. O apoio a projetos culturais não apenas enriquece a comunidade, mas também promove a diversidade e a inclusão. A mobilização em torno dessas causas pode fazer a diferença na preservação e promoção da cultura do Distrito Federal.

Teatro Procópio Ferreira pode ser demolido para quitar dívida de Paulo Maluf. A vereadora Luna Zarattini busca preservar o espaço cultural histórico em São Paulo.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal lançou o Edital nº 9, convocando Organizações da Sociedade Civil para o projeto Distrito Junino 2025, que contará com até 15 etapas de quadrilhas e uma grande final na Esplanada dos Ministérios. As inscrições vão até 23 de maio e visam fortalecer as tradições juninas na região.

Indígenas Matis do Vale do Javari estreiam documentário em Paris, ressaltando a importância da filmagem para preservar sua cultura e conectar mundos distintos.

Cine Brasília inicia construção de anexo com cinemateca, atendendo demanda da comunidade cultural. Projeto visa preservar a memória cinematográfica da cidade e promover discussões.

O evento Radiofest, em celebração aos 15 anos da banda Radioativa, ocorrerá no dia 22, no Garage Grindhouse, com ingressos de R$ 10 a R$ 25, destacando artistas emergentes e inclusão. A programação inclui shows da banda anfitriã e de Krisa e Sudano, com foco em diversidade e representatividade. A apresentação contará com tradução em Libras e entrada gratuita para PcDs.

A 23ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) atraiu mais de 34 mil participantes, destacando discussões sobre feminicídio e racismo, além de homenagens a Paulo Leminski. O evento reforçou a importância da literatura engajada e a presença de editoras independentes.