A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará a 25ª edição do Dia da Mulher, oferecendo serviços gratuitos em diversas áreas. O evento, que acontece no Nuclão da DPDF, visa promover a equidade de gênero e já atendeu mais de 42 mil mulheres desde maio de 2023.

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará, nesta segunda-feira, 7 de julho, a 25ª edição do Dia da Mulher. O evento, que ocorrerá das 8h às 14h no Nuclão da DPDF, oferecerá uma variedade de serviços gratuitos nas áreas jurídica, social, de saúde e bem-estar. Entre os serviços disponíveis estão atendimento jurídico, exames médicos, corte de cabelo e design de sobrancelhas, visando promover a equidade de gênero e a transformação social.
Desde seu início em maio de 2023, o projeto já contabilizou mais de 42 mil atendimentos gratuitos. O Defensor Público-Geral, Celestino Chupel, destacou a importância da iniciativa, afirmando que ela se consolida como um marco na atuação da DPDF em prol dos direitos das mulheres. “A cada edição, ampliamos a rede de apoio, garantindo que mais mulheres tenham acesso a direitos fundamentais e oportunidades de transformação”, afirmou Chupel.
Os serviços oferecidos incluem mediação e conciliação, orientações jurídicas, exames de DNA gratuitos e atendimento psicossocial. Além disso, instituições parceiras como a Escola Nacional de Acupuntura (Enac) e o Núcleo Judiciário da Mulher (TJDFT) também estarão presentes, oferecendo tratamentos e informações sobre prevenção e enfrentamento da violência doméstica.
Outras entidades, como a Polícia Militar do DF e a Procuradoria Especial da Mulher, contribuirão com orientações sobre direitos e prevenção à violência. A Secretaria de Desenvolvimento Social disponibilizará serviços socioassistenciais, enquanto a Secretaria da Mulher oferecerá orientações a mulheres vítimas de violência e distribuirá materiais informativos.
O evento também contará com a participação de diversas secretarias e instituições, que oferecerão serviços como cadastro em programas habitacionais, vagas de emprego, atendimento médico e odontológico, além de orientações para pessoas com deficiência. A Caixa Econômica Federal estará presente para auxiliar com questões financeiras, como emissão de boletos e renegociação de dívidas.
Iniciativas como essa são essenciais para fortalecer a rede de apoio às mulheres e promover a inclusão social. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para ampliar o alcance e a eficácia de projetos que visam ajudar as mulheres em situação de vulnerabilidade. Juntos, podemos fazer a diferença e apoiar causas que promovem a equidade e a justiça social.

Os 18 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Distrito Federal lançarão o projeto Libertarte, com oficinas criativas em artesanato, música e pintura, promovendo inclusão social e geração de renda. A iniciativa, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), visa qualificar o atendimento e fortalecer a luta antimanicomial. As atividades ocorrerão de junho a outubro, com materiais fornecidos para garantir a continuidade das práticas.

O presidente da Federação das Quadrilhas Juninas do Distrito Federal, Robson Vilela, destaca a relevância social e econômica do movimento junino, que mobiliza comunidades e gera empregos. Em 2025, quadrilhas investem até R$ 350 mil em suas apresentações, refletindo a crescente valorização do setor.

A COP30 em Belém busca legados significativos com propostas como o Fundo Florestas Tropicais e a integração de mercados de carbono, apesar das tensões geopolíticas e resistência de alguns países.

O Eixão do Lazer em Brasília se destaca aos domingos com música ao vivo e cultura. O Choro no Eixo e o Axé no Eixo atraem um público diversificado, promovendo um ambiente acessível e democrático. Músicos locais, como Breno Alves e Cláudio Lopes, celebram a rica tradição musical da cidade, unindo pessoas de diferentes origens em um espaço de lazer vibrante.

A farmacêutica Renata R. M. Zuvela Pera lançou "Frontiers of Healing", que discute a acessibilidade a tratamentos médicos e propõe uma abordagem multidisciplinar para combater desigualdades no acesso a medicamentos.

Uma pesquisa recente revelou que 62,3% dos brasileiros não buscaram atendimento na Atenção Primária à Saúde (APS) no último ano, citando superlotação e automedicação como principais razões. O estudo, realizado pela Vital Strategies e Umane, com apoio da Universidade Federal de Pelotas, destaca a necessidade urgente de melhorias no sistema de saúde.