Chefes de delegações de 27 países alertam sobre a falta de acomodações acessíveis para a COP30 em Belém, destacando a urgência de soluções para garantir a participação de todos. A inclusão é essencial para o sucesso do evento.

Chefes de delegações de 27 países, incluindo nações desenvolvidas e em desenvolvimento, expressaram preocupações sobre a falta de acomodações acessíveis para a Conferência das Partes sobre mudanças climáticas (COP30), que ocorrerá em Belém, Brasil, em novembro. Em uma carta enviada ao secretário extraordinário da COP30, Valter Correa, e ao secretário executivo da Convenção do Clima (UNFCCC), Simon Stiell, os representantes destacaram a crise de acomodação a cem dias do evento, com preços abusivos na rede hoteleira local.
A situação já havia sido discutida na reunião preparatória em Bonn, Alemanha, onde países africanos, da América Latina e nações insulares solicitaram que a COP30 não ocorra em Belém devido aos altos custos. A carta enfatiza que a inclusão é fundamental para o sucesso do evento e que a falta de acomodações adequadas pode comprometer a participação de delegações de países mais pobres.
Os signatários da carta reconheceram os esforços do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em trazer líderes globais para Belém, mas ressaltaram que o local escolhido apresenta desafios específicos. Eles elogiaram as iniciativas para aumentar as opções de acomodação, mas alertaram que a situação atual é incomum e preocupante, considerando a proximidade da COP30.
As delegações estão atendendo ao pedido da presidência da COP30 de reduzir o número de participantes, o que é desafiador para países menores que precisam representar seus interesses em um evento com múltiplas reuniões simultâneas. A carta pede que as acomodações mais próximas do evento sejam priorizadas para equipes de negociação e organizações observadoras.
Além disso, os representantes solicitaram que os preços das acomodações para países menos desenvolvidos sejam alinhados ao subsídio diário de US$ 164, garantindo que sejam acessíveis também para nações mais ricas. A carta pede que essas condições sejam atendidas nas próximas semanas, permitindo que as delegações planejem suas viagens e busquem o financiamento necessário.
Em um momento crucial para a ação climática global, a união em torno dessas demandas é essencial. A mobilização da sociedade civil pode ser um fator decisivo para garantir que todos os participantes tenham condições adequadas de participação na COP30, promovendo um ambiente inclusivo e colaborativo para enfrentar os desafios climáticos.

O Brasil, com sua experiência de 50 anos em biocombustíveis, avança com a Lei do Combustível do Futuro, visando reduzir emissões na aviação e expandir o uso de biocombustíveis, gerando oportunidades econômicas significativas.

Um estudo recente aponta que uma nova tecnologia de captura de carbono pode reduzir em até setenta por cento as emissões de indústrias pesadas, representando um avanço crucial na luta contra as mudanças climáticas.

Uma baleia-jubarte foi resgatada pelo Instituto Argonauta em Ilhabela, mas a liberação total não foi possível. A equipe continua monitorando a situação e alerta para os riscos do emalhe.

A safra 2025/26 de cana-de-açúcar em Minas Gerais deve totalizar 77,2 milhões de toneladas, uma queda de 7,1% em relação ao ano anterior, devido a problemas climáticos. A maior parte da produção será destinada ao açúcar, com 52,4% do total.

O projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental avança no Congresso, isolando a ministra Marina Silva e ameaçando a proteção ambiental no Brasil. O governo Lula não se posiciona claramente contra a proposta.

A arara-canindé lidera a votação para ser a ave símbolo de Presidente Epitácio (SP) com 80% dos votos. A campanha, que visa fortalecer a identidade ambiental da cidade, segue até 1º de outubro de 2025.