O Pará alcançou a menor área sob alertas de desmatamento em uma década, com 1.325 quilômetros quadrados, refletindo uma queda de 21% em relação ao período anterior e de 66% em comparação a 2020. O governador Helder Barbalho destaca que essa redução é resultado de um esforço conjunto em fiscalização e valorização da produção responsável.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), analisados pela Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará, revelam que o estado registrou, entre agosto de 2024 e julho de 2025, a menor área sob alertas de desmatamento da última década, totalizando 1.325 quilômetros quadrados. Essa cifra representa uma redução de 21% em relação ao período anterior, que contabilizou 1.681 quilômetros quadrados, e uma diminuição de 66% em comparação a 2020, quando foram alertados 3.918 quilômetros quadrados.
O governador do Pará, Helder Barbalho, destacou que essa redução histórica no desmatamento demonstra que é possível conciliar desenvolvimento econômico com a proteção ambiental. Ele atribui esse resultado a um esforço coordenado que inclui a presença do Estado no território, o fortalecimento da fiscalização e a valorização de práticas produtivas responsáveis.
No acumulado anual, o Pará conseguiu reduzir em 356 quilômetros quadrados a área sob alerta de desmatamento em comparação com o ano anterior, mantendo a tendência de queda que começou em 2021. Essa continuidade de esforços é fundamental para garantir a preservação da floresta amazônica, um dos ecossistemas mais importantes do planeta.
A redução do desmatamento é um sinal positivo em um contexto onde a Amazônia enfrenta pressões constantes. A fiscalização e a implementação de políticas públicas eficazes são essenciais para proteger a biodiversidade e os recursos naturais da região. O trabalho conjunto entre governo, sociedade civil e setor produtivo é crucial para alcançar resultados sustentáveis.
Além disso, a diminuição das áreas desmatadas pode ter um impacto significativo na mitigação das mudanças climáticas, uma vez que as florestas desempenham um papel vital na absorção de carbono. A preservação da Amazônia é, portanto, uma questão de interesse global, que requer a colaboração de todos os setores da sociedade.
Iniciativas que promovem a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável devem ser apoiadas pela sociedade civil. A união em torno de projetos que visam a conservação da Amazônia pode fazer a diferença na luta contra o desmatamento e na promoção de um futuro mais sustentável para todos.

Pesquisadores da Ufes estudam as baleias-jubarte, revelando comportamentos distintos entre a Antártica e o Brasil, e catalogaram 429 indivíduos. O intercâmbio internacional fortalece a conservação da espécie.

O projeto de lei que altera o licenciamento ambiental no Brasil, aprovado no Senado, gera controvérsias ao incluir emendas que facilitam a exploração de petróleo e afetam a Mata Atlântica. Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, busca um debate mais amplo após tensões no Senado, enquanto a Frente Parlamentar Ambientalista expressa preocupações sobre as emendas, que podem comprometer a conservação ambiental.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou um investimento de R$ 1,84 milhão para o sistema “Monitorando Águas”, que usará geotecnologias na revitalização de bacias hidrográficas. A iniciativa visa aumentar a transparência e eficiência nas ações, focando nos rios São Francisco e Parnaíba, e será executada pelo Instituto Avançado de Pesquisa e Estudos do Cerrado.

Homem é multado em R$ 7,5 mil por perseguir elefante-marinho-do-sul em Criciúma, SC. O Ibama destaca a importância de respeitar a fauna migratória e as consequências legais para atos de molestamento.
O Programa Água Doce (PAD) avança no semiárido brasileiro com a ativação de 61 novos sistemas de dessalinização em 2025, superando a meta de 100. A iniciativa já implantou 1.131 sistemas em 10 estados, promovendo dignidade e saúde.
Prevfogo, criado em 1989, completa 36 anos em 2025, expandindo brigadas de combate a incêndios florestais e atendendo 82 Unidades de Conservação desde 2008.