O deputado Paulo Alexandre Barbosa solicitou que o youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, participe de audiência sobre a proteção de crianças com deficiência. A proposta surge após a denúncia de "adultização" infantil na internet. Além disso, a Câmara dos Deputados discutirá com urgência o PL 2628/22, que visa criar um Estatuto Digital para crianças e adolescentes, estabelecendo medidas de segurança em plataformas digitais.

O deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) apresentou um requerimento à Câmara dos Deputados para que o youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, seja ouvido pela Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência. O pedido surge após a repercussão do vídeo de Felca, que denuncia a "adultização" de crianças na internet. Barbosa enfatiza a importância de discutir políticas públicas que protejam crianças e adolescentes, especialmente aqueles com deficiência, que enfrentam riscos adicionais online.
Além de Felca, o requerimento solicita a presença de autoridades como a secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Lílian Cintra de Melo, e a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva. O objetivo é abordar a vulnerabilidade das crianças com deficiência em relação a riscos como assédio e grooming (aliciamento sexual), que podem ser mais difíceis de identificar para esse grupo.
Na última sexta-feira, Hytallo Santos e Israel Vicente foram presos em decorrência das denúncias feitas por Felca. O deputado Barbosa destacou que as barreiras de comunicação enfrentadas por crianças com deficiência dificultam a denúncia de abusos, o que torna a implementação de novas políticas públicas ainda mais urgente.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a urgência na votação do Projeto de Lei 2628/22, que visa criar um Estatuto Digital para crianças e adolescentes. O projeto, que já foi aprovado pelo Senado, busca resguardar os direitos dos jovens no ambiente digital e está atualmente em análise na Câmara.
Entre as propostas do Estatuto Digital, destacam-se a obrigação de plataformas digitais em adotar medidas de segurança para menores, a remoção imediata de conteúdos de abuso sexual infantil e a proibição de anúncios direcionados a crianças. As penalidades para empresas que não cumprirem as regras incluem multas e até proibição de funcionamento no Brasil.
Essa mobilização em torno da proteção de crianças e adolescentes é fundamental. A sociedade civil pode desempenhar um papel crucial em apoiar iniciativas que visem garantir um ambiente digital mais seguro para os jovens. Projetos que promovam a conscientização e a proteção de crianças e adolescentes devem ser incentivados, pois podem fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam vulnerabilidades.

A primeira-dama Janja da Silva visitará Minas Gerais nesta quarta-feira, acompanhada de ministras, para dialogar com artesãs sobre o impacto do artesanato na vida das mulheres locais. O evento em Turmalina inclui uma roda de conversa com 150 mulheres e uma visita à Igreja de Nossa Senhora da Piedade.

Durante o 1º Simpósio STJ Autismo e Justiça, a ministra Daniela Teixeira criticou a necessidade de mães recorrerem à Justiça para obter fraldas para filhos autistas, evidenciando a ineficácia da legislação atual.

Levantamento da FGV Social revela que pequenos negócios alcançaram lucros recordes em 2024, com R$ 726,42 milhões em microcrédito, destacando o Banco do Nordeste como principal agente financeiro.

A Prefeitura do Rio lançou dois novos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida na Mangueira, totalizando 272 apartamentos e um Boulevard com melhorias na infraestrutura local. O investimento é de R$ 46 milhões.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em 27 cidades devido a desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar ajuda para atender às necessidades emergenciais da população afetada.

Duas engenheiras da Universidade de Delft criaram o Lilium, um espéculo vaginal inovador e menos doloroso, arrecadando € 100 mil em financiamento coletivo para avançar em testes e certificações.