Crianças brasileiras estão morrendo devido a desafios perigosos nas redes sociais. Sarah Raíssa, de 8 anos, faleceu após inalar desodorante em um desafio viral, enquanto a polícia investiga a viralização do conteúdo. O Legislativo ignora a urgência de regular plataformas digitais, mesmo após a morte de outras crianças, como Brenda Sophia. A falta de ação resulta em um ambiente online sem controle, expondo jovens a riscos graves.

Uma tragédia recente abalou o Brasil com a morte de uma criança de 8 anos, que inala desodorante em um desafio viral nas redes sociais. A menina, que não pode ser identificada, sofreu uma parada cardiorrespiratória e, apesar dos esforços do avô e da equipe médica, teve a morte cerebral confirmada três dias após a internação. A polícia do Distrito Federal investiga a viralização desse desafio, enquanto o país já havia enfrentado um caso semelhante em março, quando outra criança faleceu pela mesma causa.
O caso atual levanta questões sobre a responsabilidade das plataformas digitais. Enquanto isso, a Câmara dos Deputados se concentrou em questões políticas, ignorando a necessidade urgente de regulamentar a internet e proteger crianças e adolescentes. A pressão para anistiar golpistas e proteger interesses políticos parece ter ofuscado a discussão sobre a segurança online, deixando vulneráveis os jovens que são aliciados por desafios perigosos.
Dados alarmantes indicam que, nos últimos anos, 56 crianças e adolescentes no Brasil sofreram ferimentos graves ou morreram devido a desafios virais. A situação se agrava com a falta de regulação das plataformas digitais, que facilitam a disseminação de conteúdos nocivos. Em 2023, o país registrou uma onda de violência em escolas, com ataques que resultaram em mortes e ferimentos, evidenciando a necessidade de ações efetivas para proteger os jovens.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, tem enfatizado que a internet não é um espaço sem regras. No entanto, a resistência de alguns setores políticos em regulamentar as plataformas digitais impede a criação de um ambiente mais seguro. A liberdade de expressão, embora fundamental, não deve ser um escudo para a propagação de conteúdos que incitam violência e ódio.
As autoridades precisam agir rapidamente para garantir a segurança das crianças e adolescentes. A falta de ação legislativa em relação à regulação da internet é preocupante, especialmente considerando que a maioria dos ataques e desafios perigosos se originam de plataformas digitais. A sociedade civil deve se mobilizar para exigir mudanças e proteger os mais vulneráveis.
Nesta situação crítica, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visem a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais precisam ser estimulados e apoiados. A mobilização em torno de iniciativas que promovam a segurança online pode ajudar a evitar que mais tragédias como a de Sarah e Brenda se repitam, garantindo um futuro mais seguro para todos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.133/2025, que garante cirurgias reconstrutivas de lábio leporino e fenda palatina pelo SUS, incluindo acompanhamento pós-operatório. A medida visa melhorar a saúde e o desenvolvimento de cerca de 15 crianças que nascem diariamente com essa condição no Brasil.

A proposta de emenda constitucional que limita a jornada de trabalho a 36 horas semanais pode beneficiar 37% dos trabalhadores formais, segundo estudo do IE-Unicamp. A resistência do setor produtivo se baseia em preocupações sobre custos e produtividade.

Arqueólogos descobriram ossos humanos no antigo Cemitério do Campo da Pólvora, em Salvador, revelando um sítio sagrado e histórico, o "Cemitério dos Africanos", protegido pelo Iphan. A pesquisa, iniciada em maio, destaca a importância cultural e a necessidade de preservar a memória dos escravizados.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou partes da atualização da lei dos direitos das pessoas com deficiência, incluindo incentivos ao empreendedorismo e reestruturação da Secretaria de Educação Especial. O governo argumenta que os vetos visam evitar insegurança jurídica e conflitos com legislações vigentes. O Congresso Nacional ainda irá decidir sobre a manutenção ou derrubada dos vetos.

A Sociedade Brasileira de Pediatria apoia a ampliação da licença-paternidade para até 60 dias, destacando a importância da presença paterna nos primeiros dias de vida. O Congresso é instado a avançar com projetos de lei sobre o tema.

O novo episódio do podcast "Desenvolve Aí" aborda os avanços do Brasil em resiliência climática, com Renata Carvalho destacando parcerias e inovações para proteger populações vulneráveis. A conversa conecta ações locais a fóruns internacionais, evidenciando o compromisso do país em fortalecer a gestão de riscos de desastres. O episódio está disponível nas plataformas Soundcloud, Spotify e YouTube.