O relançamento do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX) destina R$ 50 milhões para promover a autonomia e inclusão social nas comunidades afetadas pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. O projeto visa reparar danos sociais, capacitar mulheres e jovens, e revitalizar a agricultura familiar, trazendo esperança e dignidade à região.

O relançamento do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX) traz um investimento de R$ 50 milhões para promover o desenvolvimento nas comunidades afetadas pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), visa reduzir desigualdades e reconstruir vidas impactadas pela construção da usina. Em localidades como Medicilândia, Anapu, Vitória do Xingu e Altamira, as famílias começam a ver resultados concretos.
O secretário nacional de Desenvolvimento Regional e Territorial, Daniel Fortunato, ressaltou a importância do novo edital, que marca a retomada de um processo que estava paralisado por oito anos. “O Plano de Desenvolvimento do Xingu é fundamental para estruturar o território e promover um novo ciclo de oportunidades na região”, afirmou. O sentimento entre os moradores é de esperança, com a expectativa de que os recursos cheguem a quem realmente precisa.
Mônica Brito, do Coletivo de Mulheres Negras e integrante do comitê gestor do plano, destacou que o projeto representa uma forma de reparação. “Esse projeto é uma reparação. Muitas mulheres e famílias foram tiradas de seus territórios sem preparo. Agora, vamos trabalhar a formação dessas mulheres e a geração de renda com respeito à nossa história”, disse. O apoio financeiro é visto como uma forma de promover autonomia e autoestima nas comunidades.
Antônio Martins, agricultor familiar e membro do comitê gestor, também expressou otimismo com a retomada de iniciativas voltadas ao pequeno produtor. Ele destacou que as propostas aprovadas incluem capacitação técnica e fortalecimento das cadeias produtivas locais. “Esses investimentos vão fazer diferença na mesa do povo. Precisamos de soluções práticas, feitas com e para quem vive aqui”, afirmou.
A juventude também se beneficia dos projetos, com capacitação em gestão de empreendimentos e tecnologias sustentáveis. José Matosalem, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Agricultores de Medicilândia, comentou sobre a importância da escuta ativa da comunidade. “Pela primeira vez, tivemos voz. Estamos vendo o resultado. É o desenvolvimento vindo de dentro, respeitando quem somos”, disse.
O PDRSX é uma experiência inovadora no Brasil, sendo o primeiro grande empreendimento a contar com um fundo de compensação com governança popular. Com a mobilização de prefeituras, universidades e movimentos sociais, a execução dos projetos avança. “Depois de tanta luta, ver as coisas acontecendo é o que nos move. Esse território merece viver com dignidade”, concluiu Mônica. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento e a dignidade nas comunidades afetadas.

O Projeto Vale do Lítio, do Governo de Minas Gerais, já atraiu R$ 6,3 bilhões em investimentos, gerou 3.900 empregos diretos e prevê 7.500 até 2026, promovendo desenvolvimento e melhorias sociais na região.
O Sesc São Paulo promove ações para o Dia Mundial de Prevenção de Quedas, destacando a importância da autonomia e inclusão de idosos, além do uso de gerontecnologias para melhorar a qualidade de vida.

Xadalu Tupã Jekupé, artista guarani, participou da 11ª Exposição UGT na Avenida Paulista, abordando temas indígenas e ambientais, refletindo sobre resistência cultural e história. A mostra, que vai até o final de maio, destaca a arte como forma de reviver e preservar a cultura indígena.

O projeto Defesa Civil Alerta foi premiado como Inovação Digital no Prêmio Seleção Mobile Time 2025, destacando sua eficácia em enviar alertas de emergência via SMS em áreas de risco, sem internet. Essa iniciativa, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, representa um avanço crucial na proteção de vidas durante desastres naturais no Brasil.

Tetê Espíndola, famosa por "Escrito nas estrelas", se apresentará no Festival Jardim Sonoro, explorando sua musicalidade e projetos de ecologia sonora, além de participar da Flip sobre conservação da natureza.

Fernando Magrin, fundador do bloco MinhoQueens, reflete sobre sua trajetória aos 60 anos, enfrentando homofobia e etarismo, e destaca a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, que abordará o envelhecimento na comunidade.