Pediatra alerta sobre a doença mão-pé-boca, causada pelo vírus Coxsackie, que afeta principalmente crianças. Sintomas incluem feridas e febre; hidratação é crucial. Rede pública do DF oferece atendimento.

Os pais e responsáveis devem estar atentos à doença mão-pé-boca, que é causada pelo vírus Coxsackie e é altamente contagiosa, afetando principalmente crianças menores de cinco anos. O pediatra Fabrício Paz, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), destaca que a transmissão ocorre pelo contato direto com pessoas infectadas ou por superfícies contaminadas. Embora os casos sejam frequentes durante todo o ano, eles se intensificam no verão e no início do outono.
Os sintomas mais comuns incluem feridas na boca, bolhas nas mãos e pés, febre alta e dor de garganta. Além disso, as lesões podem aparecer nas nádegas e na região genital. Em alguns casos, pode ocorrer o descolamento das unhas, mas isso não requer tratamento específico. O tratamento é sintomático e, geralmente, a infecção se resolve sozinha em um período médio de dez a quatorze dias.
É fundamental garantir uma boa hidratação, pois as lesões bucais podem dificultar a ingestão de líquidos e alimentos, aumentando o risco de desidratação. Para evitar complicações, recomenda-se oferecer alimentos de consistência pastosa, como purês e sopas, além de bebidas geladas que ajudam a aliviar o desconforto. A amamentação deve ser mantida, pois o leite materno é benéfico para a saúde do bebê.
Se a hidratação não for adequada, pode ser necessária a internação para a administração de líquidos intravenosos. A rede pública de saúde do Distrito Federal está preparada para atender casos da doença. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são o primeiro ponto de contato para tratamento e orientação sobre cuidados necessários.
Em situações mais graves, como febre alta persistente ou dificuldade para se alimentar e se hidratar, é importante buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou hospitais da SES-DF. Fabrício Paz alerta que lesões intensas na boca que impedem a alimentação são sinais de alerta para buscar ajuda médica imediata.
Nessa situação, a união da comunidade pode fazer a diferença para ajudar as famílias afetadas. Projetos que visam apoiar a saúde e o bem-estar das crianças podem ser fundamentais para garantir que todos tenham acesso ao tratamento necessário e à informação adequada sobre a doença.

São Paulo registrou um aumento alarmante de 450% nos casos de febre oropouche em 2024, com 44 confirmações até agora. O Rio de Janeiro também reportou mortes, enquanto o Brasil soma 10.076 casos.

O GLOBO lançou uma nova edição de seu projeto sobre saúde, focando na depressão. Leitores podem enviar perguntas a um psiquiatra, enquanto o ator Allan Souza Lima compartilha sua luta contra ansiedade e burnout.

A perda do olfato, ou anosmia, pode ser um sinal precoce da doença de Parkinson, afetando até 95% dos pacientes antes dos sintomas motores. Essa condição compromete o prazer nas refeições e a segurança pessoal.

Um estudo da Columbia University e do Boston Children’s Hospital revela que a ordem dos alimentos influencia o controle do diabetes tipo 2, com carboidratos consumidos por último reduzindo picos de glicose. Essa abordagem pode melhorar a metabolização e a liberação de insulina, destacando a importância de hábitos alimentares estratégicos no manejo da doença.

Startup Robeauté, cofundada por Bertrand Duplat e Joanna Cartocci, desenvolve micro robô para intervenções cerebrais. Testes clínicos em humanos começam em breve, prometendo diagnósticos e tratamentos inovadores.

No dia 26 de junho de 2025, a Endogen promoverá um web meeting gratuito sobre manejo da dor crônica e fibromialgia, com a médica Roberta França e mediação de Ana Beatriz Gaeta. O evento abordará casos clínicos reais e terapias inovadoras com canabinoides, visando atualizar médicos sobre práticas baseadas em evidências científicas.