O deputado federal Duarte Jr. propôs a inclusão de psiquiatria, neurologia e nefrologia na medida provisória do programa Agora Tem Especialistas, que precisa ser votada até 26 de setembro. Essas adições visam melhorar o acesso à saúde no SUS.

O deputado federal Duarte Jr. (PSB-MA), relator revisor da medida provisória do programa Agora Tem Especialistas, propôs a inclusão das especialidades de psiquiatria, neurologia e nefrologia. Essa iniciativa, que visa aumentar a oferta de serviços de saúde especializados no Sistema Único de Saúde (SUS), foi lançada pelo Ministério da Saúde em maio e precisa ser votada até 26 de setembro para não perder a validade.
O programa tem como objetivo reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias especializadas, oferecendo créditos financeiros a clínicas e hospitais que atendem pacientes do SUS. Inicialmente, as áreas prioritárias eram oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia, mas a inclusão das novas especialidades busca atender a demandas crescentes e combater desigualdades no acesso à saúde.
Duarte Jr. se reuniu com o relator da medida provisória, senador Otto Alencar (PSD-BA), para discutir as alterações. O deputado destacou a importância da neurologia para o diagnóstico de deficiências, que muitas vezes é um requisito para acesso a benefícios sociais. A inclusão da psiquiatria é justificada pelo aumento dos casos de transtornos mentais, exacerbados pela pandemia, enquanto a nefrologia é essencial para garantir a continuidade de tratamentos como a hemodiálise em regiões com acesso limitado.
O programa Agora Tem Especialistas prevê até R$ 2 bilhões em créditos financeiros para a contratação de serviços na rede privada, com a execução sendo realizada pelos estados e municípios ou pelo Grupo Hospitalar Conceição e pela AgSUS, que promove políticas de saúde para populações indígenas e atenção primária.
O deputado enfatizou que a inclusão dessas especialidades representa um avanço significativo no combate às desigualdades regionais no acesso à saúde. O aumento da oferta de serviços especializados é crucial para atender a uma população que enfrenta longas esperas e dificuldades para acessar cuidados médicos adequados.
Nessa situação, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem melhorar o acesso à saúde. Projetos que promovam a inclusão e a equidade no atendimento médico podem fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas que dependem do SUS para cuidados essenciais.

O Governo Federal lançará em agosto a Política Nacional de Ordenamento Territorial (PNOT), visando organizar o uso do território e prevenir conflitos sociais e ambientais. A proposta, apresentada por João Mendes, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, busca equilibrar desenvolvimento econômico e qualidade de vida, evitando os custos sociais de grandes obras, como a Usina de Belo Monte. A PNOT incluirá instrumentos de monitoramento e avaliação, servindo como referência para gestores públicos em todo o Brasil.

Neste sábado, 26 de abril, Claudia Jordão lança "Elas, meninas", um livro que reúne relatos de mais de 50 mulheres sobre violência sexual, com bate-papo na Livraria Alpharrabio. A obra visa dar voz a experiências dolorosas e promover a reflexão sobre o tema.

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, aposenta compulsoriamente a policial militar trans Lumen Lohn Freitas após 25 anos de serviço, gerando reações de apoio e solidariedade.

O Fin4She Summit 2025 reuniu mais de 1500 mulheres em um evento transformador, destacando a liderança feminina e lançando o curso de Liderança Estratégica em parceria com a FAAP. A conexão e o aprendizado foram intensos.

Estudo da UFSCar revela que 86% dos profissionais da saúde no Brasil sofrem de Burnout, evidenciando a urgência de estratégias para ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. A gestão de riscos psicossociais será obrigatória a partir de maio de 2026.

Lorena Eltz, influenciadora e estudante de biomedicina, compartilha sua trajetória com a doença de Crohn e a ostomia, promovendo conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais e inclusão social. Diagnosticada aos cinco anos, Lorena enfrentou internações e cirurgias, incluindo uma ileostomia definitiva em 2021, que a levou à remissão da doença. Hoje, ela usa suas redes sociais para desmistificar tabus e apoiar outros ostomizados.