O filme "Borda do mundo", de Jô Serfaty, terá um elenco estrelado e abordará a luta de uma pescadora e sua neta contra a destruição de seu vilarejo costeiro. A trama promete trazer à tona desejos e memórias com a chegada de uma antiga veranista.

O filme Borda do mundo, dirigido por Jô Serfaty, teve seu elenco oficialmente confirmado, gerando grande expectativa entre os fãs do cinema nacional. O longa contará com a participação de Kelzy Ecard, Liza del Dala, Wilson Rabelo, Isis Broken, Laura Lufési, Lana Guelero e Tânia Toko.
A trama se desenrola em um pequeno vilarejo costeiro que enfrenta a ameaça de ser engolido pelo mar. A história foca na luta de uma pescadora e sua neta, que tentam preservar seu lar diante da iminente destruição. A chegada de uma antiga veranista traz à tona desejos e memórias que estavam soterrados.
O filme promete abordar questões relevantes, como a preservação do meio ambiente e a luta das comunidades costeiras. A narrativa se propõe a ser uma reflexão sobre a relação entre os seres humanos e a natureza, destacando a importância da resistência diante das adversidades.
Com a confirmação do elenco e a divulgação da sinopse, a produção de Borda do mundo se torna um dos lançamentos mais aguardados do cinema brasileiro. A expectativa é que o filme não apenas entretenha, mas também provoque discussões sobre temas sociais e ambientais.
O envolvimento da comunidade e a conscientização sobre a preservação dos vilarejos costeiros são fundamentais. A luta da protagonista e sua neta pode inspirar ações coletivas em prol da proteção de ambientes ameaçados, mostrando que a união pode fazer a diferença.
Iniciativas que busquem apoiar projetos culturais e sociais, como o filme Borda do mundo, são essenciais para fortalecer a voz de comunidades vulneráveis. Através do apoio a essas causas, podemos contribuir para um futuro mais sustentável e justo.

Paiter-Suruí destacam seu conhecimento tradicional sobre primatas ameaçados na Terra Indígena Sete de Setembro, propondo um Plano de Gestão Territorial para sua conservação e valorização cultural.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que proíbe testes em animais para cosméticos, promovendo inovações sustentáveis e nanotecnologia no Brasil. A medida é celebrada por ativistas e cientistas, refletindo avanços éticos e ambientais na indústria.

Foi criada a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, com 45.417 hectares, como parte do acordo judicial pós-rompimento da barragem de Fundão, beneficiando comunidades tradicionais e a biodiversidade local.

Representantes afrodescendentes de 16 países da América Latina e Caribe lançaram a "Declaração de Brasília", exigindo mais participação na COP30 e destacando suas contribuições e desafios climáticos.

A Natura reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e direitos humanos, estabelecendo metas ambiciosas para 2030, em meio à retirada de grandes bancos americanos de alianças climáticas. A empresa destaca que a conservação da natureza e a valorização da diversidade são essenciais para sua longevidade, pedindo mobilização conjunta diante da crise climática e injustiças sociais.

A Gruta de Kamukuwaká, sagrada para os Wauja, foi vandalizada, levando à criação de uma réplica e à luta por reconhecimento cultural e proteção territorial. A inauguração da réplica em Ulupuwene marca um passo importante na preservação da cultura indígena.