O Sebrae lançou o programa Sebrae Delas, que oferece capacitação gratuita para mulheres empreendedoras, com mais de 11 mil vagas em cursos e o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, já premiando cerca de 200 mulheres.

O empreendedorismo feminino é uma força transformadora que vai além da autonomia financeira, contribuindo para a reestruturação do cenário econômico e a diminuição das desigualdades sociais. Um estudo do McKinsey Global Institute aponta que a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no mercado de trabalho poderia aumentar o PIB brasileiro em até trinta por cento. No entanto, as mulheres que optam por empreender ainda enfrentam desafios significativos, como barreiras sociais e dificuldades de acesso ao crédito.
De acordo com um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), dos trinta milhões de empreendedores no Brasil, apenas cerca de dez milhões são mulheres. Além disso, aproximadamente vinte e cinco por cento delas já enfrentaram discriminação, e mais de quarenta por cento conhecem alguém que foi vítima de preconceito. Esses dados evidenciam a necessidade de iniciativas que apoiem as mulheres empreendedoras em sua jornada.
Para enfrentar esses obstáculos, o Sebrae lançou o programa Sebrae Delas, que oferece capacitação gratuita para mulheres que desejam iniciar ou fortalecer seus negócios. O programa é acessível em qualquer fase da jornada empreendedora, seja para quem está apenas começando ou para aquelas que já possuem um negócio em operação. Além disso, o Sebrae promove o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, que reconhece as contribuições de empreendedoras para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Desde sua criação, em dois mil e vinte e quatro, o prêmio já recebeu mais de cem mil inscrições e premiou cerca de duzentas mulheres. O Sebrae Delas disponibiliza mais de onze mil vagas em cursos variados, abordando temas como finanças, marketing digital e desenvolvimento pessoal. Os cursos incluem "Invista em você", "Mulheres em Foco", "Ganha-ganha", "Marca pessoal poderosa", "Up Digital Finanças" e "Up Digital Marketing". As inscrições são abertas semanalmente.
Os cursos têm como objetivo capacitar as participantes em áreas essenciais para o sucesso de seus negócios, como gestão financeira, marketing e habilidades interpessoais. A iniciativa visa não apenas o empoderamento individual, mas também a criação de uma rede de apoio entre mulheres empreendedoras, promovendo um ambiente mais igualitário e colaborativo no mundo dos negócios.
Iniciativas como o Sebrae Delas são fundamentais para fortalecer o empreendedorismo feminino no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um grande aliado na promoção de projetos que visem apoiar essas mulheres, ajudando a superar os desafios que enfrentam e contribuindo para um futuro mais justo e igualitário. A mobilização em torno dessas causas é essencial para garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades e recursos para prosperar em seus empreendimentos.

O Brasil se destaca na pesquisa clínica, ocupando a liderança na América Latina, mas enfrenta desafios como a falta de conhecimento da população e a lentidão regulatória. A SBPPC projeta um crescimento significativo no setor, com a possibilidade de o país alcançar a décima posição global em estudos clínicos, beneficiando milhares de pacientes e movimentando bilhões na economia.

Mulheres estão conquistando posições de liderança na indústria do champanhe, como Catherine Petit na Moët Hennessy, desafiando normas patriarcais e promovendo mudanças significativas no setor.

Cuidadores de pessoas com deficiência em São Paulo passam a receber um piso salarial de R$ 1.804 a partir de 1º de julho, com direitos trabalhistas garantidos. A medida, aprovada pela Alesp, busca melhorar as condições da categoria.

Famílias enfrentam dificuldades para matricular crianças com deficiência em escolas, tanto públicas quanto privadas, apesar da Lei Brasileira de Inclusão, que proíbe a recusa. O Ministério Público investiga essas práticas.

Pesquisadores brasileiros desenvolvem terapias CAR-T nacionais para reduzir custos em até 80% e disponibilizar o tratamento no SUS, atualmente restrito e caro, com estudos clínicos em andamento.

Ana Maria Gonçalves se inscreveu para a vaga na Academia Brasileira de Letras, podendo se tornar a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na instituição. Sua candidatura é vista como favorita após a tentativa frustrada de Conceição Evaristo.