Pesquisadores da Universidade de Fukui identificaram que níveis de diHETrE no sangue do cordão umbilical podem prever o risco de autismo, com implicações para intervenções gestacionais. O estudo, que analisou 200 crianças, sugere que a dosagem desse ácido graxo pode auxiliar na identificação precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Pesquisadores da Universidade de Fukui, no Japão, descobriram que os níveis de diHETrE, um ácido graxo poli-insaturado, no sangue do cordão umbilical podem prever o risco de autismo. O estudo, que envolveu duzentas crianças, sugere que a dosagem desse composto logo após o nascimento pode ser um indicador da gravidade dos sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Os resultados indicaram que níveis elevados de diHETrE estão associados a dificuldades em habilidades sociais, enquanto níveis mais baixos estão relacionados a comportamentos repetitivos e restritivos, comuns no TEA. Essa diferença de manifestação entre gêneros foi especialmente notável entre meninas, o que pode indicar a necessidade de abordagens diferenciadas no diagnóstico e tratamento.
Os cientistas acreditam que intervenções durante a gestação, focadas no metabolismo do diHETrE, poderiam reduzir os riscos de desenvolvimento do TEA. Contudo, especialistas ressaltam que mais pesquisas são necessárias antes que essas estratégias possam ser implementadas na prática clínica.
As amostras de sangue foram coletadas no momento do nascimento e comparadas com avaliações comportamentais realizadas pelos pais quando as crianças completaram seis anos. Os achados foram publicados na revista Psychiatry and Clinical Neurosciences, trazendo novas perspectivas sobre a identificação precoce do autismo.
O TEA impacta o desenvolvimento das habilidades sociais, de comunicação e comportamento. A Organização Mundial da Saúde estima que uma em cada cem crianças no mundo esteja dentro do espectro, reforçando a importância de diagnósticos precoces e intervenções adequadas.
Embora o foco esteja no diagnóstico infantil, muitos adultos descobrem que são autistas apenas após anos, especialmente mulheres. Essa realidade destaca a necessidade de ampliar o conhecimento e o acesso ao diagnóstico em todas as fases da vida. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem a pesquisa e a conscientização sobre o autismo.

Câncer colorretal cresce 79% em jovens até 50 anos no Brasil, com estilo de vida como principal fator. O câncer colorretal, terceiro mais comum no Brasil, apresenta um aumento alarmante de diagnósticos entre jovens. Um estudo indica que fatores de estilo de vida são responsáveis por 90% dos casos. A prevenção é essencial, com recomendações para hábitos saudáveis e atenção a sintomas iniciais.

Mais de 163 mil crianças e adolescentes foram vacinados contra a dengue no Distrito Federal, mas a cobertura ainda é baixa, com 59,7% para a primeira dose e 29,5% para a segunda. O Brasil é pioneiro na vacinação pelo SUS.

Campanha de vacinação contra o HPV para jovens de 15 a 19 anos no Brasil atinge apenas 1,5% do público-alvo, com 106 mil vacinados de 7 milhões possíveis. Especialistas apontam falhas na comunicação e acesso.

Fernanda Keulla, ex-BBB e apresentadora, revelou ter sido diagnosticada com a doença de Sjögren, uma condição autoimune que causa boca e olhos secos, exigindo controle constante. A doença é mais comum em mulheres e pode levar a complicações graves.

O Hemocentro de Ribeirão Preto inicia testes clínicos de fase 2 com terapia CAR-T para leucemia linfoide aguda e linfoma, enquanto o Laboratório NanoGeneSkin investe em nanotecnologia para doenças cutâneas.

O Hospital de Base do Distrito Federal receberá dois aceleradores lineares de fótons, aumentando a capacidade de atendimento em radioterapia e beneficiando até 2 mil pacientes anualmente. A iniciativa, viabilizada com R$ 19 milhões do Ministério da Saúde e emenda parlamentar, representa um avanço significativo na saúde pública, introduzindo tecnologia de ponta no SUS.