A exposição interativa "Mundo Zira" de Ziraldo estreia no CCBB em São Paulo, oferecendo uma experiência imersiva com suas obras icônicas de 16 de agosto a 27 de outubro. A mostra, que já atraiu milhares em outras cidades, promete encantar novas gerações.

A região central de São Paulo se transforma a partir deste final de semana com a nova exposição interativa "Mundo Zira", que homenageia o renomado escritor e ilustrador Ziraldo. A mostra, que estreia no sábado (16) no Espaço Anexo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), estará aberta ao público até 27 de outubro. Com entrada gratuita, a exposição já passou por Brasília e Rio de Janeiro, atraindo milhares de visitantes e destacando a relevância cultural do artista.
A instalação apresenta obras icônicas de Ziraldo, como "O menino maluquinho", "A turma do Pererê" e "Flicts". Em Brasília, a mostra foi visitada por sessenta e cinco mil pessoas, enquanto no Rio de Janeiro, cerca de cento e oitenta e cinco mil visitantes puderam apreciar a exposição. A curadoria é de Daniela Thomas, filha de Ziraldo, e Adriana Lins, sobrinha do artista, que buscam adaptar a experiência a cada nova cidade.
Os visitantes poderão vivenciar uma experiência imersiva, que combina interatividade, tecnologia e arte analógica. Em uma das salas, é possível colorir digitalmente as criações de Ziraldo, enquanto outra área permite que os participantes montem os personagens da "Turma do Menino Maluquinho". A proposta é que cada visitante se torne coautor das obras, interagindo de forma lúdica e criativa.
Além disso, a exposição conta com um espaço dedicado ao "Menino Quadradinho", onde o público pode completar histórias em quadrinhos com ímãs em formato de balões de fala. A fachada do CCBB foi decorada com ilustrações vibrantes, refletindo a essência do universo de Ziraldo. Novidades como o livro "O caminho das sete tias" e a biografia "Peixe grande" também estão em destaque na mostra.
Os organizadores enfatizam que a interatividade é uma das principais características da exposição. Em uma instalação, os visitantes são filmados e suas imagens são projetadas em um telão, inserindo-os nas histórias. A proposta é que todos saiam da exposição com uma sensação de movimento e diversão, refletindo a capacidade de Ziraldo de dialogar com diferentes gerações.
Com a abertura da exposição "Mundo Zira", a cultura e a arte ganham um espaço de destaque em São Paulo. Projetos que promovem a arte e a educação são essenciais para a formação cultural da sociedade. A união da comunidade pode fortalecer iniciativas que valorizam a criatividade e a expressão artística, contribuindo para um futuro mais rico em cultura e inclusão.

O Sesc Sílvio Barbato, em Brasília, apresenta de 27 a 29 de junho o espetáculo gratuito "Os sonhos de Gaubi Beijodo: A dor e a delícia de ser quem é!", com Hugo Leonardo e direção de Denis Camargo. A peça aborda resiliência e identidade, com acessibilidade em Libras e audiodescrição na sessão de estreia.

Dolores Club, no Centro do Rio, celebra a música e a diversidade cultural com shows de artistas como Jesuton e Jônatas Belgrande, homenageando mulheres na música.

Museu de Arte de Brasília celebra 65 anos da cidade com atividades gratuitas. O evento, de 19 a 21 de novembro, inclui contação de histórias, oficinas de arte e uma caminhada cultural, promovendo experiências inclusivas e artísticas para todas as idades.

Leandro de Souza, bailarino e coreógrafo, apresenta "Eles Fazem Dança Contemporânea" na Mostra Paralela do Festival de Avignon, abordando racismo e a representação do corpo negro na dança. A obra, que questiona a percepção do corpo negro, destaca a intersecção entre dança e artes plásticas, promovendo uma reflexão profunda sobre identidade e expressão.

A Submundo 808, festa de funk em Campinas, se destacou ao sediar o campeonato Red Bull Turn It Up, com a vitória da DJ Pétala, reforçando sua conexão com a cultura periférica. A festa, que atraiu mais de 13 mil pessoas em sua edição de dois anos, promove um ambiente inclusivo e democrático, onde todos compartilham a pista, sem áreas VIP.

O governo liberou R$ 7,9 milhões para o Festival Pelourinho Cultural, que terá programação gratuita em Salvador, com shows, oficinas e espetáculos, promovendo a cultura baiana. A iniciativa busca fortalecer a identidade cultural local.