A FAPESP anunciou uma chamada de propostas com R$ 4,2 milhões para pesquisas em manejo e conservação das Unidades de Conservação Federais Marinhas de São Paulo, visando a proteção da biodiversidade. O financiamento é fruto de parceria com a Caixa Econômica Federal e o ICMBio, e busca gerar políticas públicas inovadoras em gestão ambiental. Propostas devem ser submetidas até 14 de novembro.

A FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) anunciou uma nova chamada de propostas para financiar pesquisas focadas no manejo e conservação das Unidades de Conservação Federais Marinhas em São Paulo. O total disponível para financiamento é de R$ 4,2 milhões, fruto de um convênio com a Caixa Econômica Federal, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Fundo de Compensação Ambiental (FCA).
O objetivo principal da chamada é promover a conservação e o uso sustentável da biodiversidade nas áreas específicas, como a Estação Ecológica de Tupinambás e o Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes. A iniciativa é direcionada a pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa, tanto públicas quanto privadas, localizadas no Estado de São Paulo.
As propostas devem abordar pelo menos um e no máximo três dos sete temas prioritários definidos, que incluem serviços ecossistêmicos, impactos ambientais e manejo de espécies invasoras. Os projetos selecionados terão um prazo de até 24 meses para execução e serão financiados conforme as normas do Auxílio à Pesquisa Regular.
A FAPESP destinará R$ 2.123.763,28, que representa uma contrapartida de 100% ao valor investido pelo FCA, Caixa e ICMBio. Este montante é oriundo da compensação ambiental paga pela Petrobras em decorrência de suas atividades na Bacia de Santos.
Os interessados devem submeter suas propostas exclusivamente pelo Sistema de Apoio à Gestão (SAGe) até o dia 14 de novembro. A chamada está disponível no site da FAPESP, onde mais informações podem ser encontradas.
Iniciativas como essa são fundamentais para a proteção da biodiversidade e podem ser potencializadas pela mobilização da sociedade civil. A união de esforços pode fazer a diferença na conservação dos ecossistemas marinhos e na promoção de políticas públicas eficazes.

A praça Dom José Gaspar, em São Paulo, foi revitalizada com o plantio de 11 árvores nativas e diversas plantas ornamentais, parte do programa FLOReCIDADE, que já revitalizou mais de 860 mil m² na cidade. A iniciativa visa embelezar áreas urbanas e promover um ambiente mais agradável, com a expectativa de que a presença de verde reduza a sujeira e melhore a qualidade de vida dos frequentadores.

A startup Food To Save, com seu aplicativo "Sacolas Surpresa", resgatou milhares de alimentos e evitou a emissão de 187 mil kg de CO², promovendo o consumo consciente em São Paulo. A parceria com a Fruta Imperfeita já resgatou mais de 300 toneladas de frutas e verduras.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, propôs um fundo global de US$ 1,3 trilhão para o combate às mudanças climáticas, mas enfrenta críticas pela falta de execução no setor elétrico brasileiro. A ausência de um novo marco regulatório e o cancelamento de projetos de energia limpa refletem a ineficiência governamental, frustrando investidores e comprometendo a competitividade do país.

O RCGI finaliza projeto que usa espectrometria de massas e inteligência artificial para detectar contaminantes na produção de etanol, aumentando a eficiência e reduzindo custos. A tecnologia, coordenada por Carlos Alberto Labate, promete revolucionar o controle de contaminações em diversas indústrias.

Chuvas intensas em janeiro de 2024 causaram o transbordamento do rio Acari, resultando em uma morte e danos a 20 mil casas. O projeto Retratos das Enchentes busca mapear os impactos nas periferias.

A Nvidia lançou o cBottle, uma IA generativa que simula cenários climáticos em minutos, revolucionando previsões e ajudando na preparação para desastres naturais. Essa inovação pode salvar vidas ao permitir que governos e setores se preparem melhor para eventos extremos.