Pesquisador da Universidade de Ravensbourne, Rahat Rai, inova ao criar pantufas a partir de poeira de aspiradores, transformando lixo doméstico em material utilizável. O projeto ainda precisa de testes para viabilizar seu uso.

Um pesquisador da Universidade de Ravensbourne, em Londres, criou um par de pantufas a partir da poeira coletada por aspiradores de pó. Rahat Rai, que atua na área de sustentabilidade, buscava alternativas aos materiais convencionais e decidiu explorar o potencial do lixo doméstico. Ele coletou a poeira acumulada nos aspiradores, que forma um “bolo” de sujeira, e analisou como esse material poderia ser transformado em algo utilizável.
Rai filtrou a poeira para remover detritos maiores, mantendo as fibras e resíduos intactos. Em seguida, combinou esses elementos em um material em folha, utilizando um processo chamado feltragem, que é tradicionalmente usado para transformar lã em tecido. O material resultante foi submetido a um forno a 200 °C para eliminar mofos, ácaros e bactérias, resultando em um feltro que serviu como base para as pantufas.
As bordas do tecido foram tratadas com látex para evitar desfiamento, e a sola também foi moldada com látex, contendo um estêncil com o nome do projeto. “Eu queria fazer algo significativo”, afirmou Rai. Ele destacou que o chinelo representa conforto e aconchego, simbolizando a transformação da poeira, que normalmente é descartada, em um produto que mantém a sujeira longe dos pés.
Atualmente, o material ainda não está pronto para uso prático, pois mais testes são necessários para torná-lo mais resistente e encorpado. No entanto, o pesquisador vê isso como o início de uma nova forma de reaproveitar resíduos domésticos, abrindo caminho para inovações sustentáveis.
Essa iniciativa não apenas destaca a criatividade na reutilização de materiais, mas também levanta questões sobre o desperdício e a sustentabilidade. Projetos como o de Rai podem inspirar outras pesquisas e inovações que visam transformar lixo em recursos valiosos, contribuindo para um futuro mais sustentável.
Iniciativas que buscam transformar resíduos em produtos úteis merecem apoio e incentivo da sociedade. A união em torno de projetos sustentáveis pode fazer a diferença na promoção de soluções inovadoras e na redução do desperdício, beneficiando a todos.

No dia 22 de maio, às 15h, ocorrerá o seminário "Agenda Climática e Oportunidades de Negócios", promovido pela Folha, com foco na transição energética e mercado de carbono no Brasil. O evento contará com a presença de líderes do setor privado e público, como Gustavo Pimenta, presidente da Vale, e Luciana Costa, do BNDES, discutindo caminhos para a redução de emissões e desafios do financiamento climático. As inscrições são gratuitas e limitadas.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolvem um "refrigerante sólido" que promete revolucionar o ar-condicionado, reduzindo emissões em até 75%. A startup Barocal planeja lançar um protótipo em três anos.

Especialistas alertam que a imagem negativa dos tubarões é fruto de desinformação, enquanto a conservação dessas espécies ameaçadas deve ser a verdadeira preocupação. O explorador Bertie Gregory e a cientista Melissa Cristina Márquez destacam que tubarões não têm interesse em humanos como alimento, preferindo presas ricas em gordura. A ecologista Lacey Williams enfatiza a importância de manter contato visual e evitar toques, enquanto a crescente popularidade de interações com tubarões nas redes sociais pode encorajar comportamentos arriscados. A proteção dos tubarões é crucial para a saúde dos ecossistemas marinhos.

A prefeitura de Niterói finaliza o projeto do Parque Lagoa de Itaipu, com previsão de conclusão em dois anos, visando requalificação urbana e ambiental da região. O parque contará com ciclovias, jardins filtrantes e áreas de contemplação, promovendo infraestrutura verde e mobilidade ativa. A vice-prefeita Isabel Swan destaca que o projeto busca recuperar o ecossistema local e melhorar a qualidade de vida da população.

Petrina, uma jovem loba-guará, foi equipada com uma coleira de geolocalização em Minas Gerais para ajudar na conservação da espécie ameaçada. O projeto "Lobos do Caraça" busca entender seus movimentos e promover políticas públicas.

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) critica projeto de lei que flexibiliza licenciamento ambiental, considerando-o um retrocesso e ameaça aos direitos constitucionais dos brasileiros. O texto fragiliza a proteção dos biomas e compromete os compromissos do Brasil no Acordo de Paris, alertam especialistas.