O influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, viralizou ao denunciar a adultização de crianças nas redes sociais, gerando quase 29 milhões de visualizações e impulsionando ações legislativas para proteção online.
O influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, gerou grande repercussão com um vídeo que aborda a adultização de crianças nas redes sociais. Publicado na última quarta-feira, o conteúdo já alcançou quase 29 milhões de visualizações no YouTube. A análise da Palver, que monitora mais de 100 mil grupos em plataformas de conversa, revelou que as menções ao vídeo superaram as do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em janeiro, quando ele publicou um vídeo sobre o Pix.
No vídeo, Felca denuncia a exploração e a sexualização de menores na internet, destacando que influenciadores lucram com esse tipo de conteúdo e, ao mesmo tempo, engajam redes de pedofilia através dos algoritmos das plataformas. A gravidade da situação levou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a se manifestar, afirmando que pretende acelerar a votação de projetos que visam a proteção online de crianças.
O tema da adultização de crianças nas redes sociais será debatido no programa Café da Manhã, que vai ao ar nesta terça-feira. A psiquiatra Maria Carol Pinheiro, psicoterapeuta e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, discutirá os efeitos dessa prática na saúde mental das crianças. Além disso, Sheylli Caleffi, educadora focada na erradicação da violência sexual e online, explicará como as plataformas impulsionam esses conteúdos prejudiciais.
O programa é disponibilizado no Spotify, um serviço de streaming que se tornou parceiro da Folha na iniciativa de promover conteúdos relevantes. O episódio é apresentado pelas jornalistas Magê Flores e Gabriela Mayer, com produção de uma equipe dedicada. A edição de som é realizada por Thomé Granemann, garantindo uma experiência de qualidade aos ouvintes.
A repercussão do vídeo de Felca evidencia a necessidade urgente de discutir e implementar medidas de proteção para crianças nas redes sociais. A mobilização em torno desse tema pode ser um passo importante para garantir a segurança dos menores e combater a exploração online. A sociedade civil tem um papel fundamental nesse processo, e iniciativas que promovam a conscientização e a proteção de crianças devem ser apoiadas.
Vítimas de situações de exploração online podem precisar de apoio para superar os traumas e reconstruir suas vidas. Projetos que visam a proteção e a educação sobre o uso seguro da internet são essenciais e devem ser estimulados pela sociedade. A união em torno dessa causa pode fazer a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes.
A Prefeitura de Ribeirão Pires lança o Projeto Férias 2025, oferecendo atividades recreativas e esportivas gratuitas para jovens de seis a dezessete anos entre cinco e dezenove de julho. A iniciativa visa promover lazer, bem-estar e integração comunitária, com programação diversificada em vários locais da cidade.
O 1º trimestre de 2025 registrou 1.416 mortes no trânsito em São Paulo, o maior número em dez anos, apesar da redução nos acidentes. A Prefeitura intensifica ações de segurança viária, como a Faixa Azul.
O Supremo Tribunal Federal começou a analisar a Resolução 487/2023, que visa fechar manicômios judiciais e transferir internos para unidades de saúde. O relator, ministro Edson Fachin, defende a constitucionalidade da medida.
Em abril, quatro motociclistas faleceram em acidentes no Distrito Federal, levando a um aumento de 7,24% nas mortes em relação ao ano anterior. Um projeto de lei busca criar faixas exclusivas para motos, visando aumentar a segurança.
Mulheres dominam o mercado de influenciadores digitais no Brasil, mas enfrentam desigualdade salarial. Pesquisa revela que, apesar de 87% dos criadores serem mulheres, elas ganham em média 20% menos que os homens. A disparidade é acentuada por estigmas de gênero e a predominância masculina em cargos de gestão.
O projeto Bienal nas Escolas promove encontros entre escritores e alunos de 10 a 15 anos, doando 100 livros a cada escola visitada. O tema deste ano é "Um Rio de Histórias", preparando o caminho para a Capital Mundial do Livro em 2025.