Durante o feriado da Semana Santa, o programa "Lazer Para Todos" do GDF atraiu 30.400 visitantes ao Zoológico e 9.569 ao Jardim Botânico, promovendo educação ambiental. O acesso gratuito, que se estendeu de quinta a segunda-feira, incentivou famílias e turistas a explorarem os espaços ao ar livre de Brasília. O diretor-presidente do Zoológico destacou a importância da iniciativa para a conservação das espécies ameaçadas.

O Governo do Distrito Federal (GDF) implementou o programa "Lazer Para Todos", que garante entrada gratuita ao Jardim Botânico e ao Zoológico de Brasília em domingos e feriados. Durante o feriado prolongado da Semana Santa, que ocorreu de 17 a 21 de abril, o programa atraiu um grande número de visitantes, com 30.400 entradas registradas no Zoológico e 9.569 no Jardim Botânico, promovendo a educação ambiental.
Famílias e turistas aproveitaram a oportunidade para explorar os espaços ao ar livre. O analista jurídico Ramon Lopes levou sua filha ao Zoológico, destacando a importância de apresentar os animais à criança. Ele comentou sobre a gratuidade, que facilitou a visita e beneficiou o comércio local, especialmente as lanchonetes na área.
A dentista Gabriela Moreira, que veio de Tocantins, também elogiou a experiência no Zoológico, ressaltando o cuidado com os animais e a qualidade do ambiente. Para ela, a gratuidade foi um fator decisivo para a visita, permitindo que a família desfrutasse de um dia agradável em Brasília.
O diretor-presidente do Zoológico, Wallison Couto, expressou satisfação com a alta visitação, enfatizando a importância da iniciativa para a educação ambiental e a conservação das espécies ameaçadas. O Jardim Botânico também recebeu um fluxo considerável de visitantes, com muitos mencionando a gratuidade como um incentivo para o passeio.
O advogado Marcelo Santos afirmou que a gratuidade foi o principal motivo para a visita ao Jardim Botânico, onde ele e sua família puderam reviver momentos especiais. A professora Thaís Macedo, que celebrou o aniversário da mãe no local, destacou a importância da iniciativa para tornar esses espaços acessíveis à população, especialmente para aqueles com menos recursos.
O programa "Lazer Para Todos", instituído em 27 de março, visa democratizar o acesso a áreas de lazer e cultura. Com a extensão da gratuidade durante o feriado, o GDF reafirma seu compromisso com a promoção do bem-estar da população. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que garantam o acesso a espaços culturais e de lazer, beneficiando todos os cidadãos.

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 de agosto, convoca as igrejas evangélicas a refletirem sobre a inclusão real, além da presença física, de fiéis com deficiência. A falta de diálogo e o capacitismo ainda excluem esses indivíduos, que possuem dons e habilidades valiosas.

O medo da escassez afeta muitos, especialmente os que romperam ciclos de pobreza. É crucial reconhecer esse medo e transformá-lo em movimento consciente, priorizando o autocuidado e reavaliando relações.

Maio Laranja mobiliza a Secretaria de Justiça e Cidadania do DF em ações contra o abuso sexual de crianças e adolescentes, com eventos como o encontro no Cine Brasília e palestras em escolas. A campanha inclui o Dia D de combate no dia 15 de maio e atividades educativas em doze escolas, visando conscientizar a sociedade sobre a proteção dos direitos infantojuvenis.

A plataforma Eu Capacito, em parceria com Google e IBM, disponibiliza cinco cursos gratuitos para capacitar empreendedores brasileiros em áreas como finanças e marketing digital, promovendo autonomia e renda.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que garante a reconstrução mamária pelo SUS a todas as mulheres que sofreram mutilação, incluindo casos de violência e doenças. A nova norma, proposta pela senadora Margareth Buzetti, também assegura acompanhamento psicológico, corrigindo uma falha da legislação anterior que limitava o direito apenas a casos oncológicos. A expectativa é que a medida alivie a sobrecarga do SUS e reduza a judicialização para acesso ao procedimento.

A fibromialgia foi reconhecida como deficiência física pela Lei nº 15.176/2025, beneficiando cerca de 3% da população brasileira com acesso a direitos e políticas públicas. Essa mudança promove maior empatia e visibilidade para os pacientes, que enfrentam a dificuldade de comprovar a condição devido à ausência de biomarcadores. O tratamento deve ser individualizado, focando na qualidade de vida e no controle dos sintomas através de exercícios, medicamentos e terapias complementares, como yoga.