Fernanda Keulla, ex-BBB e apresentadora, revelou ter sido diagnosticada com a doença de Sjögren, uma condição autoimune que causa boca e olhos secos, exigindo controle constante. A doença é mais comum em mulheres e pode levar a complicações graves.

A ex-participante do Big Brother Brasil e apresentadora Fernanda Keulla anunciou, no dia 8 de agosto, que foi diagnosticada com a doença de Sjögren, uma condição autoimune crônica. Segundo o reumatologista Jucier Junior, essa doença é caracterizada por causar boca e olhos secos, podendo afetar diversos órgãos do corpo e levar a complicações sérias se não tratada adequadamente.
Os sintomas mais frequentes incluem xerostomia (boca seca) e xeroftalmia (olhos secos). O reumatologista explica que a falta de saliva pode dificultar a deglutição e aumentar o risco de cáries, enquanto a ausência de lágrimas pode causar ardência e lesões na córnea, que podem resultar em cegueira se não forem tratadas. O tratamento varia conforme a gravidade dos sintomas, podendo incluir lágrimas e saliva artificiais ou imunossupressores.
A coordenadora científica da Comissão de Doença de Sjögren da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Fabiola Reis Oliveira, ressalta que os sintomas podem ser confundidos com efeitos colaterais de medicamentos ou condições como menopausa e tabagismo. Por isso, é fundamental que um médico investigue a causa quando os sinais se tornam persistentes.
Além dos sintomas mais conhecidos, a doença de Sjögren pode causar fadiga intensa, infecções urinárias recorrentes em mulheres e problemas digestivos. Em casos mais graves, a condição pode evoluir para linfoma, um tipo de câncer do sistema linfático, embora isso seja raro. O diagnóstico pode levar de quatro a cinco anos no Brasil, devido à confusão com outras doenças reumatológicas.
O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica e exames específicos, como o teste de Schirmer, que mede a produção de lágrimas. O tratamento deve ser individualizado e monitorado, pois a redução da imunidade pode aumentar o risco de infecções. A prática de exercícios físicos é recomendada para ajudar a lidar com a fadiga, um dos sintomas mais debilitantes da doença.
A doença de Sjögren é mais comum em mulheres, especialmente após os 40 anos, mas pode afetar homens e até crianças. É importante que qualquer pessoa com sintomas persistentes de boca e olhos secos busque um reumatologista. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam essa condição, promovendo iniciativas que ajudem na conscientização e no suporte aos pacientes.

Um estudo recente revela que o câncer de apêndice está aumentando entre gerações mais jovens, com taxas de incidência na Geração X e millennials até quatro vezes maiores. Fatores como dieta e obesidade podem ser responsáveis.

Crianças com malformações congênitas no Brasil enfrentam negligência devido à desinformação em saúde e à falta de reconhecimento da cirurgia craniomaxilofacial como prioridade. A escassez de profissionais qualificados e a ausência de protocolos adequados agravam a situação, resultando em atrasos no atendimento e sofrimento desnecessário. A cirurgiã Clarice Abreu destaca a urgência de campanhas informativas e valorização dessa especialidade no Sistema Único de Saúde (SUS).

Roger Chammas, oncologista e diretor do Icesp, enfatiza a urgência da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer no Brasil, destacando entraves na incorporação de novas terapias no SUS. O aumento de diagnósticos em estágios avançados exige ações imediatas na saúde pública.

Estudo nos EUA indica que mudanças simples no estilo de vida podem reduzir o risco de Alzheimer em idosos, melhorando a saúde cognitiva de participantes em risco.

O presidente Lula lamentou não ter convidado a ex-ministra da Saúde, Nísia Trindade, para o relançamento do programa Agora Tem Especialistas, que visa melhorar o acesso a médicos no SUS. Durante o evento, Lula destacou o esforço de Nísia e anunciou a entrega de aceleradores lineares em seis cidades para tratamento de câncer, reforçando a importância do SUS.

A Anvisa autorizou a primeira vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan e Valneva, com eficácia comprovada em estudos clínicos. A vacinação será direcionada a adultos.