A segunda edição do Festival Lírico de Niterói (Felini) ocorrerá em agosto, reunindo mais de 400 artistas e promovendo a estreia da ópera "Lira dos enganos". O evento visa democratizar a música clássica e expandirá para a Região Oceânica em 2025.

O Festival Lírico de Niterói (Felini) realizará sua segunda edição em agosto, consolidando a cidade como um importante polo de música clássica. O evento contará com a participação de mais de 400 artistas ao longo de 18 dias de programação intensa, oferecendo ingressos acessíveis, com muitos eventos gratuitos e outros com preços médios de R$ 30,00. A iniciativa, idealizada pela soprano Amanda Ayres e suas colegas Maria Gerk e Tina França, visa democratizar o acesso ao canto lírico e formar novas plateias.
O festival ocorrerá entre 1º e 31 de agosto, em diversos espaços culturais de Niterói, como o Theatro Municipal, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) e o Teatro Popular Oscar Niemeyer. A expectativa é superar a marca de 3.500 espectadores da edição anterior. Um dos principais destaques será a estreia mundial da ópera "Lira dos enganos", do compositor brasileiro Rodrigo Camargo, que acontecerá nos dias 8 e 9 no Teatro GayLussac.
Além da nova obra, a programação incluirá clássicos como "La Bohème", de Puccini, e "A flauta mágica", de Mozart, além de récitas infantis, recitais e masterclasses gratuitas. O cantor lírico Fernando Portari, diretor da Cortina Lírica Felini, expressou que o festival representa um sentimento de pertencimento e intimidade com a arte, destacando a importância de criar um espaço acolhedor para todos.
A organização do Felini também enfatiza seu impacto econômico local, abrangendo setores como hotelaria e transporte. O festival investe na formação de novos talentos por meio de oficinas e palestras, com a participação de convidados renomados, como a soprano internacional Ludmilla Bauerfeldt e o pianista José Pires, correpetidor do Conservatório de Paris.
O maestro Evandro Rodrigues, regente da Felini Camerata e da Orquestra Aprendiz, ressaltou a relevância do evento para a cena lírica nacional, afirmando que Niterói caminha para se tornar uma das capitais da ópera no estado do Rio de Janeiro. Em 2025, o festival se expandirá para a Região Oceânica, com apresentações em novos locais, como o Centro Eco Cultural Sueli Pontes e o Museu da Justiça.
A proposta do Felini é mostrar que a ópera é uma arte acessível e plural. A soprano Amanda Ayres convida o público a descobrir essa diversidade. Projetos culturais como esse merecem apoio da sociedade civil, pois podem transformar vidas e aproximar ainda mais a música clássica do público. A união em torno de iniciativas culturais é fundamental para fortalecer a arte em nossa comunidade.

Após a morte da carnavalesca Maria Augusta Rodrigues, amigos e parentes buscam preservar seu acervo sobre o carnaval carioca, com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) interessada em colaborar na catalogação e exposição. O material, que inclui desenhos, troféus e objetos pessoais, é considerado um patrimônio cultural único.

Ana Lisboa, gaúcha e ex-advogada, transformou sua trajetória de superação em um negócio de sucesso, liderando o Grupo Altis, que já impacta 100 mil alunos em 72 países e prevê faturar R$ 50 milhões em 2024.

Uiramutã, em Roraima, é novamente classificada como a pior cidade do Brasil para se viver, com pontuação de 37,59 no Índice de Progresso Social (IPS) de 2024, destacando graves problemas em Oportunidades e Necessidades Humanas Básicas.

Nesta segunda-feira, a governadora em exercício, Celina Leão, inaugurou o sétimo Comitê de Proteção da Mulher em Santa Maria, promovendo apoio e serviços solidários à comunidade local. A iniciativa visa oferecer alternativas de atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade, destacando a importância de serviços próximos à população.

A FAPESP impulsionou a produtividade agrícola de São Paulo em 67,6% entre 1974 e 2020, além de fomentar startups agritechs e melhorar a taxa de sobrevivência de crianças com leucemia. Pesquisas revelam seu impacto em políticas públicas.

Estudante de Pedagogia, Júlia Couto, conquistou visibilidade ao reclamar sobre o novo bilhete de transporte, o Jaé, e foi ouvida pelo prefeito Eduardo Paes, gerando polêmica após vídeo com a Riocard.