O projeto "Arquivos Sonoros de Teatro" digitaliza o acervo de Tunica Teixeira, com mais de 7 mil itens, revelando conteúdos inéditos para o estudo da sonoplastia. A iniciativa, apoiada pela FAPESP, destaca a importância do legado sonoro da artista.

O projeto “Arquivos Sonoros de Teatro”, com apoio da FAPESP, está digitalizando o acervo da diretora e sonoplasta Tunica Teixeira, que atuou de 1949 a 2012. O trabalho ocorre no laboratório do grupo de pesquisa no Espaço das Artes da Universidade de São Paulo (USP) e abrange mais de sete mil itens, incluindo fitas de rolo, fitas cassete, discos de vinil e documentos essenciais para o estudo da sonoplastia no teatro.
Tunica Teixeira é reconhecida por suas mais de 300 trilhas sonoras para teatro e por sua contribuição em cinema, televisão e rádio. O acervo, que inclui cadernos de anotações e roteiros sonoros, é considerado de grande importância para a arte sonora, segundo o pesquisador Miguel Eduardo Diaz Antar, responsável pela digitalização.
O projeto enfrenta o desafio de catalogar cada item do acervo, que não foi acessado desde o falecimento de Tunica em 2012. Muitas fitas estão em condições delicadas e precisam de um processo cuidadoso de limpeza e restauração antes da digitalização. Esse trabalho é realizado no laboratório do projeto, onde equipamentos específicos foram adquiridos para garantir a integridade dos materiais.
Durante o processo de digitalização, Antar encontrou uma variedade de conteúdos, como peças de teatro, ensaios e entrevistas. Um dos registros que mais o emocionou foi a gravação da guarânia paraguaia “Recuerdos de Yparacai”, uma obra emblemática do cancioneiro paraguaio. Além disso, foram descobertos sete podcasts de Tunica, onde ela compartilha experiências e processos criativos.
Após a digitalização, o acervo ficará disponível apenas para pesquisadores de instituições de ensino, oferecendo uma oportunidade única para compreender a evolução da sonoplastia e as mudanças tecnológicas no teatro de São Paulo. A diversidade dos suportes evidencia a riqueza do material e sua relevância para o estudo da arte sonora.
Iniciativas como a digitalização do acervo de Tunica Teixeira são fundamentais para preservar a história da sonoplastia no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos culturais que valorizem a arte e a memória, garantindo que legados como o de Tunica continuem a inspirar futuras gerações.

Andrea Schwarz, influenciadora e ativista, denunciou discriminação em restaurante de São Paulo ao ser negada uma mesa acessível, evidenciando a falta de empatia em ambientes sofisticados. A situação ressalta a urgência por inclusão e respeito aos direitos das pessoas com deficiência.

O Dia Nacional do Vitiligo, em 25 de junho, busca aumentar a conscientização sobre a condição autoimune que afeta até 2% da população mundial, destacando a importância do suporte emocional no tratamento. A dermatologista Thaísa Modesto enfatiza que, além da despigmentação, o vitiligo traz impactos emocionais significativos, exigindo uma abordagem integrada que una cuidados médicos e acolhimento.

A Câmara dos Deputados aprovou a prorrogação de benefícios tributários para o setor audiovisual e a possibilidade de cortar repasses da Lei Aldir Blanc, visando economizar R$ 2 bilhões em 2025. A medida, que integra um pacote fiscal do governo Lula, permite ao governo federal reduzir os repasses anuais de R$ 3 bilhões se estados e municípios não utilizarem os recursos anteriores. A relatora, deputada Jandira Feghali, defendeu a importância dos recursos para a indústria cinematográfica, enquanto o deputado Gilson Marques criticou a prioridade dada à cultura em detrimento de áreas como saúde.

A Câmara dos Deputados aprovou urgência para projeto que combate a "adultização" de crianças e adolescentes nas redes sociais, após repercussão de vídeo do influenciador Felca. O texto, que já passou pelo Senado, impõe um "dever de cuidado" às plataformas digitais, visando proteger os jovens de crimes como pedofilia. Apesar do apoio, parlamentares da oposição criticam trechos que consideram excessivos, como a possibilidade de derrubar perfis sem autorização judicial.

Roque Boa Morte apresenta a exposição "Bembé, a festa dos olhos do rei", celebrando a cultura afro-brasileira e suas tradições, resultado de sua pesquisa de mestrado na UFBA. A mostra, com 38 fotos, integra o Bembé do Mercado, destacando a ancestralidade e resistência cultural.

Empresas juniores se destacam como catalisadoras do empreendedorismo entre universitários, com 30% dos jovens brasileiros almejando abrir negócios, segundo pesquisa da Unifesp. A experiência prática adquirida nessas organizações é fundamental para o desenvolvimento de habilidades e promoção da diversidade.