Freiras Marisa e Marizele viralizam ao dançar gospel e ensinam passos no programa "Mais Você", usando a música para ajudar na recuperação de dependentes químicos. O vídeo teve 5 milhões de visualizações e foi compartilhado por Viola Davis.

As freiras Marisa e Marizele, que se tornaram conhecidas nas redes sociais por seus vídeos de dança ao som de músicas gospel, participaram do programa "Mais Você" nesta quinta-feira, 29 de maio. Durante a atração, elas ensinaram passos de dança aos apresentadores Ju Massaoka, Talitha Morete e Fabrício Battaglini, compartilhando a origem de suas performances.
O vídeo da participação das freiras no programa já alcançou a impressionante marca de cinco milhões de visualizações. A repercussão foi tão grande que o conteúdo foi repostado pela atriz Viola Davis, que fez uma comparação entre as irmãs e o filme "Mudança de Hábito".
Marisa e Marizele revelaram que utilizam a música como uma ferramenta para ajudar na recuperação de dependentes químicos, reforçando o vínculo com os assistidos. Essa abordagem inovadora mostra como a arte pode ser um meio eficaz de apoio e transformação na vida de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Além de dançar, as freiras também demonstraram seu talento para o samba, encantando o público com suas habilidades. A combinação de fé e arte tem atraído cada vez mais admiradores, destacando a importância de iniciativas que promovem a inclusão e a recuperação social.
O impacto positivo das ações das freiras vai além do entretenimento. Elas têm se tornado um símbolo de esperança e renovação, mostrando que a música e a dança podem ser aliadas poderosas na luta contra a dependência química e outras dificuldades enfrentadas por muitos.
Iniciativas como a das freiras Marisa e Marizele merecem ser apoiadas e ampliadas. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam recuperação e apoio. Projetos que promovem a arte e a inclusão social são fundamentais para transformar realidades e oferecer novas oportunidades.

A arte negra no Brasil é um poderoso instrumento de resistência cultural e social, enfrentando o racismo e buscando reconhecimento. A música e outras expressões artísticas são fundamentais para a luta por igualdade e valorização.

Foi aprovado o projeto que amplia a área do Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) de 26.073 m² para 70.405,24 m². A regularização, pendente desde 1998, agora possibilita melhorias na infraestrutura e operações de resgate.

A pandemia de COVID-19 evidenciou a importância das conexões comunitárias para a saúde mental e física, destacando ações de apoio coletivo e sugerindo formas de engajamento local. Estudos mostram que o pertencimento e a convivência ativa melhoram o bem-estar e a longevidade. A resiliência comunitária se fortaleceu durante a crise, com ações que perduram e promovem solidariedade.

O espetáculo "Macuco", de Victor Nóvoa, retrata a volta de Sebastião, um entregador, à sua vila de pescadores, evocando memórias e questões climáticas. A peça, em cartaz no Sesc Pinheiros, destaca a presença de Fafá de Belém na trilha sonora e a participação especial da atriz Cleide Queiroz.

O Massacre do Rio Abacaxis, em 2020, resultou em mortes e torturas de indígenas e ribeirinhos, com indiciamentos de agentes de segurança em 2023, mas permanece esquecido pela sociedade. A violência histórica contra esses povos, marcada por massacres e impunidade, continua a ser silenciada, enquanto a luta por justiça e reconhecimento persiste.

O "Show de Talentos" no Caps AD de Ceilândia celebrou a arte como parte do tratamento de dependentes, promovendo integração familiar e comunitária. O evento, que incluiu dança, música e poesia, reforçou o cuidado humanizado.