Funcionário do Itamaraty foi demitido após comentários agressivos sobre indígenas durante reunião de segurança. Protestos resultaram em uso de gás lacrimogêneo pela Polícia Legislativa.

Um funcionário do Itamaraty foi demitido após fazer comentários agressivos sobre indígenas durante uma reunião de segurança em Brasília, onde se preparavam para o Acampamento Terra Livre (ATL). A declaração ocorreu no dia nove de abril, quando o servidor, identificado como Aldegundes Batista Miranda, sugeriu que a polícia agisse com violência caso os manifestantes causassem distúrbios. O incidente se intensificou na noite seguinte, quando a Polícia Legislativa usou gás lacrimogêneo contra os indígenas que se aproximavam do Congresso Nacional.
Aldegundes, que ocupava uma função administrativa no Ministério das Relações Exteriores, foi destituído de suas funções e o caso foi encaminhado à corregedoria interna do ministério. O Itamaraty repudiou os comentários e esclareceu que o funcionário não foi autorizado a se manifestar daquela forma. Durante a reunião, ele alegou que não tinha a intenção de ofender os indígenas, mas sim de se referir a qualquer pessoa que causasse problemas.
O comentário foi feito em um ambiente virtual, onde Aldegundes não se identificou e deixou a reunião logo após a declaração. A ata do encontro o identificou apenas como "iPhonedeca". A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal foi informada sobre a situação e afirmou que as providências internas estavam sendo tomadas.
Na mesma ocasião, a Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) denunciou a violência policial, que se manifestou com o uso de gás lacrimogêneo contra os indígenas durante a marcha do ATL. A entidade pediu ao Ministério Público Federal que investigasse tanto a fala do funcionário quanto a atuação da polícia, considerando-a desproporcional.
O Acampamento Terra Livre, que começou em sete de abril, reúne milhares de indígenas de diversas etnias e países, com o objetivo de pressionar o governo pela demarcação de terras e contra o marco temporal. Os atos visam também criticar a flexibilização da legislação de proteção às comunidades indígenas pelo Congresso Nacional.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar as causas indígenas e garantir a proteção de seus direitos. Projetos que promovam a valorização e a defesa dos povos indígenas devem ser estimulados, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

Equipes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania visitarão o Cemitério de Ricardo de Albuquerque para identificar 15 desaparecidos políticos da Ditadura Militar. A ação inclui exames de DNA e entrega de certidões de óbito retificadas.

Atacadão é condenado a pagar R$ 21 mil por danos morais a funcionária que enfrentou restrições severas para usar o banheiro, evidenciando a violação da dignidade humana no ambiente de trabalho.

O Governo Federal alterou a Regra de Proteção do Bolsa Família, reduzindo o período de permanência de 24 para 12 meses para famílias com aumento de renda. A mudança visa garantir suporte durante a recuperação econômica.

Defensoria Pública recomenda afastamento imediato da equipe de segurança do Shopping Higienópolis após abordagem racista a adolescentes. O shopping deve responder em 48 horas sobre as medidas a serem adotadas.

Os repasses do Bolsa Família de maio começaram em 19 de maio, seguindo um cronograma baseado no dígito final do NIS, com pagamentos até 30 de maio. O calendário de 2025 já foi divulgado.

Ministro Waldez Góes promove mutirão em Macapá para emissão de Cadastro Nacional de Agricultura Familiar e propostas de microcrédito, beneficiando 100 famílias com R$ 300 milhões do Fundo de Financiamento do Norte.