Funcionário do Itamaraty foi demitido após comentários agressivos sobre indígenas durante reunião de segurança. Protestos resultaram em uso de gás lacrimogêneo pela Polícia Legislativa.

Um funcionário do Itamaraty foi demitido após fazer comentários agressivos sobre indígenas durante uma reunião de segurança em Brasília, onde se preparavam para o Acampamento Terra Livre (ATL). A declaração ocorreu no dia nove de abril, quando o servidor, identificado como Aldegundes Batista Miranda, sugeriu que a polícia agisse com violência caso os manifestantes causassem distúrbios. O incidente se intensificou na noite seguinte, quando a Polícia Legislativa usou gás lacrimogêneo contra os indígenas que se aproximavam do Congresso Nacional.
Aldegundes, que ocupava uma função administrativa no Ministério das Relações Exteriores, foi destituído de suas funções e o caso foi encaminhado à corregedoria interna do ministério. O Itamaraty repudiou os comentários e esclareceu que o funcionário não foi autorizado a se manifestar daquela forma. Durante a reunião, ele alegou que não tinha a intenção de ofender os indígenas, mas sim de se referir a qualquer pessoa que causasse problemas.
O comentário foi feito em um ambiente virtual, onde Aldegundes não se identificou e deixou a reunião logo após a declaração. A ata do encontro o identificou apenas como "iPhonedeca". A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal foi informada sobre a situação e afirmou que as providências internas estavam sendo tomadas.
Na mesma ocasião, a Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) denunciou a violência policial, que se manifestou com o uso de gás lacrimogêneo contra os indígenas durante a marcha do ATL. A entidade pediu ao Ministério Público Federal que investigasse tanto a fala do funcionário quanto a atuação da polícia, considerando-a desproporcional.
O Acampamento Terra Livre, que começou em sete de abril, reúne milhares de indígenas de diversas etnias e países, com o objetivo de pressionar o governo pela demarcação de terras e contra o marco temporal. Os atos visam também criticar a flexibilização da legislação de proteção às comunidades indígenas pelo Congresso Nacional.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar as causas indígenas e garantir a proteção de seus direitos. Projetos que promovam a valorização e a defesa dos povos indígenas devem ser estimulados, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

A sub-representação feminina na política brasileira persiste, com apenas 18% das cadeiras no Congresso ocupadas por mulheres. Em 2025, apenas 6,93% das candidatas à vereança foram eleitas, e mais de 60% das prefeitas relataram sofrer violência política de gênero.

A Medida Provisória nº 1.300/2025 amplia a Tarifa Social de Energia Elétrica, garantindo gratuidade para consumo de até 80 kWh e descontos para até 120 kWh, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas.

Os pagamentos do Bolsa Família de maio de 2025 iniciam hoje, 19, e vão até 30 de maio, seguindo um cronograma baseado no final do NIS dos beneficiários. A Caixa Econômica Federal realiza os depósitos.

Humorista Felipe Bressanim Pereira, o Felca, provoca debate sobre a "adultização" de crianças nas redes sociais, levando o Congresso a considerar novas legislações para proteção infantil. O vídeo de Felca expõe a exploração de menores e gera consenso entre parlamentares, resultando em propostas para coibir abusos e responsabilizar plataformas digitais.

João Pires, secretário de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro, apresentou à ONU uma carta denunciando a exploração de consumidores por milícias e traficantes em comunidades vulneráveis. O documento, entregue na 9ª Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, destaca o aumento de preços de produtos essenciais, como botijões de gás, que podem custar até 46% a mais. Pires pede cooperação global para combater essa situação, sugerindo medidas como supervisão financeira e acesso seguro à internet.

Célia Leão, ex-deputada e defensora dos direitos das pessoas com deficiência, foi impedida de embarcar em voo da GOL por causa de sua almofada ortopédica, gerando protestos e atrasos. Após ser retirada do avião em Buenos Aires, Célia e seu marido conseguiram autorização para usar a almofada, mas chegaram a Guarulhos mais de 28 horas depois do previsto. Ela denunciou a situação como inaceitável para pessoas com deficiência.