Estão abertas as inscrições para o projeto Galeria dos Becos, que ocorrerá em 23 de agosto de 2025, no Setor Comercial Sul, promovendo grafite, dança urbana e música. O evento visa inclusão e valorização cultural. Serão selecionados grafiteiros, arte-educadores e DJs, priorizando artistas do Distrito Federal e regiões periféricas. Além das intervenções artísticas, haverá oficinas gratuitas e um espaço de convivência pacífica, reafirmando a importância histórica e cultural dos becos na arte urbana de Brasília.

Estão abertas as inscrições para o projeto Galeria dos Becos, que ocorrerá no dia 23 de agosto de 2025, no Setor Comercial Sul de Brasília. O evento, promovido pelo Instituto Cultural e Social No Setor, tem como foco o grafite, a dança urbana e a música, com o objetivo de promover a inclusão e a valorização cultural na região. Os interessados, como grafiteiros, arte-educadores e DJs, podem se inscrever até o dia 18 de julho de 2025.
A próxima edição do evento contará com a participação de 11 grafiteiros, 6 arte-educadores e 4 DJs, priorizando artistas do Distrito Federal e das regiões administrativas periféricas. O projeto integra as quatro linguagens centrais da cultura urbana – grafite, rap, dança e música – como ferramentas de transformação social e fortalecimento de identidades periféricas.
A Galeria dos Becos busca redefinir a percepção sobre os becos do Setor Comercial Sul, reconhecendo sua importância histórica e cultural. O evento promoverá uma renovação coletiva do espaço, valorizando artistas que já possuem obras na região. Durante o evento, algumas dessas obras poderão receber novas intervenções, sempre respeitando a história e a trajetória dos artistas locais.
Além das intervenções artísticas, o evento oferecerá oficinas gratuitas de grafite, lambe, colagem e dança, facilitadas por arte-educadores. Essas atividades visam promover a troca entre artistas e o público, criando um ambiente de convivência pacífica e inclusiva. Mobilizadores sociais e redutores de danos estarão presentes para dialogar com a população em situação de vulnerabilidade que reside na região.
O Setor Comercial Sul já é conhecido por eventos de grafite e arte urbana, como o Encontro de Grafite do DF, que reuniu artistas para colorir espaços importantes da cidade. A Galeria dos Becos se insere nessa tradição, reforçando o papel do local como um ponto de expressão da arte de rua em Brasília.
Iniciativas como a Galeria dos Becos são fundamentais para a promoção da cultura e da inclusão social. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que valorizam a arte e a diversidade, contribuindo para a transformação positiva de espaços urbanos e a vida de artistas locais.

Deputado Reimont solicita à PGR investigação sobre vídeos que sexualizam mulheres com síndrome de Down em redes sociais, visando a remoção dos conteúdos e responsabilização dos autores. A ação busca proteger a dignidade e os direitos fundamentais das pessoas com deficiência.

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou a criação do Fundo de Promoção dos Direitos da Comunidade Negra, com recursos do orçamento estadual e sanções coletivas, visando valorizar a comunidade negra. A deputada Thainara Faria (PT) destacou a importância da iniciativa para combater o racismo institucional.

Projeto de Lei Complementar 9/2025 ameaça a carreira de pesquisadores em São Paulo, propondo um modelo precarizado que compromete a estabilidade e a qualidade da pesquisa científica. A comunidade científica se mobiliza contra a proposta, que ignora o diálogo e desvaloriza décadas de avanços em saúde e meio ambiente.

Joildo Santos, fundador do Grupo Cria Brasil, conecta empresas e favelas, promovendo cultura e oportunidades em mais de 350 comunidades. Sua trajetória destaca a importância da comunicação autêntica e do empreendedorismo local.

Bárbara Reis será Ruth de Souza na peça "Ruth & Léa", que estreia em 7 de outubro no Teatro Glaucio Gil, sob a direção de Luiz Antônio Pilar, celebrando a amizade entre duas ícones do teatro brasileiro. A atriz expressa sua empolgação e o desafio de interpretar uma figura tão contida.

Mulheres no Brasil doam mais roupas e calçados para vítimas de tragédias, com 34% contribuindo sempre, em comparação a 24% dos homens, segundo pesquisa da ONG Movimento União BR e da empresa Nexus. A confiança em instituições religiosas também é maior entre as mulheres, refletindo um engajamento significativo nas doações.