O programa "O câncer não espera. O GDF também não" reduziu o tempo de espera para consultas oncológicas de 75 para 51 dias e aumentou a capacidade de atendimento no Hospital Regional de Taguatinga. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, destacou a importância do diagnóstico precoce e do tratamento ágil, prevendo a normalização da lista de espera em três meses.

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou o programa "O câncer não espera. O GDF também não", com o objetivo de melhorar o atendimento oncológico na região. A iniciativa visa realizar ações preventivas, promover o diagnóstico precoce e agilizar o tratamento dos pacientes, reduzindo a lista de espera por assistência oncológica. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, destacou a importância do tempo no tratamento oncológico, afirmando que "o tempo é fundamental e define o prognóstico".
Uma das principais conquistas do programa foi a redução do tempo de espera para consultas, que caiu de setenta e cinco para cinquenta e um dias. Além disso, o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) ampliou sua capacidade de atendimento e aumentou em cinquenta por cento a realização de radioterapias. Essas mudanças têm facilitado a busca por pacientes que aguardavam o início do tratamento, promovendo uma resposta mais rápida às necessidades de saúde da população.
Durante uma entrevista ao telejornal SBT Brasília, Lacerda também mencionou a contratação da rede complementar para reforçar o atendimento oncológico. Ele expressou a expectativa de que, em cerca de três meses, a lista de espera para tratamento oncológico no Distrito Federal esteja normalizada. O secretário ressaltou a importância das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) como porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), destacando seu papel nas ações de prevenção e promoção do bem-estar.
As iniciativas do GDF refletem um compromisso com a saúde pública e a urgência em atender a demanda por tratamentos oncológicos. A redução do tempo de espera e a ampliação da capacidade de atendimento são passos significativos para garantir que os pacientes recebam o cuidado necessário em tempo hábil. O programa demonstra a importância de ações coordenadas entre diferentes setores da saúde para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
Com a implementação dessas medidas, o GDF busca não apenas atender a demanda imediata, mas também estabelecer um modelo de atendimento que priorize a saúde e o bem-estar da população. A colaboração entre as esferas pública e privada é fundamental para o sucesso dessas iniciativas, e a participação da sociedade civil pode ser um diferencial importante nesse processo.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a terem acesso a tratamentos essenciais. Projetos que visem apoiar a saúde oncológica podem fazer a diferença na vida de muitos pacientes e suas famílias, promovendo um futuro mais saudável e esperançoso.

Relatório da revista The Lancet alerta para um aumento de casos de câncer de fígado, podendo chegar a 1,52 milhão até 2050, e propõe metas globais para reduzir a incidência da doença. A mortalidade anual é de 760 mil, com 60% dos casos evitáveis.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acredita que Brasil pode liderar globalmente no combate ao câncer, destacando a colaboração entre setores e a importância da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.

Gestantes da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga participam do projeto Chá de Bênçãos, que promove acolhimento e troca de experiências a partir de 28 semanas de gestação, com atividades de relaxamento e celebração.

Charlotte Coxon, diagnosticada com glioblastoma em janeiro de 2022, faleceu em julho de 2023 após o retorno do tumor, evidenciando a urgência de reconhecer sintomas persistentes como dores de cabeça.

Estudo revela que gantenerumab pode retardar sintomas de Alzheimer em pacientes com alto risco genético. Pesquisa publicada na Lancet Neurology destaca a importância do tratamento precoce, mas necessita de mais financiamento para continuidade.

A UBS 1 do Varjão promoveu uma roda de conversa com gestantes, abordando trabalho de parto e amamentação, em celebração ao Agosto Dourado, reforçando a importância do aleitamento materno. A atividade, que ocorre mensalmente, visa acolher e informar as participantes, fortalecendo o vínculo com a equipe de saúde.