O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, declarou situação de emergência em Padre Bernardo devido ao deslizamento do Aterro Sanitário Ouro Verde, que ocorreu em junho. A empresa Ouro Verde firmou um Termo de Ajuste de Conduta para remover 40 mil m³ de lixo até agosto.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, decretou situação de emergência por 180 dias em Padre Bernardo devido aos danos ambientais causados pelo deslizamento do Aterro Sanitário Ouro Verde, que ocorreu em 18 de junho. O decreto classifica a situação como um "derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial, marinho e aquífero", o que pode alterar as qualidades físicas, químicas e biológicas da região. O desastre foi considerado de nível 2, ou média intensidade, permitindo que a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) tome medidas emergenciais.
Entre as ações autorizadas, a Semad pode acessar imóveis públicos ou privados para prestar socorro e determinar a evacuação de áreas em risco. O decreto ressalta que a responsabilidade pela mitigação e reparação dos danos permanece com a empresa Ouro Verde, que opera o aterro. A situação exige uma resposta rápida para evitar maiores impactos ambientais e sociais na região afetada.
A empresa Ouro Verde firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a Semad, comprometendo-se a realizar uma série de ações dentro dos prazos estabelecidos. Uma das principais medidas é a remoção de mais de 40 mil metros cúbicos de lixo que caíram no leito do córrego Santa Bárbara. A empresa deve comprovar a contratação de caminhões para a remoção até 18 de julho, com a operação iniciando até 21 de julho e finalizando até 15 de agosto.
O impacto do deslizamento é significativo, não apenas para o meio ambiente, mas também para a saúde e segurança da população local. A presença de produtos químicos no solo e na água pode gerar riscos à saúde pública, exigindo uma atuação coordenada entre as autoridades e a empresa responsável. A situação demanda atenção contínua para garantir que as medidas de contenção e recuperação sejam efetivas.
Além das ações emergenciais, é fundamental que a comunidade e as autoridades locais se mobilizem para apoiar iniciativas que visem a recuperação ambiental e a proteção dos cidadãos. A conscientização sobre os riscos e a importância da preservação ambiental deve ser reforçada, promovendo um diálogo entre a população e os gestores públicos.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença na recuperação da região afetada. A mobilização em torno de projetos que visem a mitigação dos danos e a promoção de ações sustentáveis é essencial para garantir um futuro mais seguro e saudável para todos. Cada contribuição pode ajudar a transformar essa crise em uma oportunidade de reconstrução e fortalecimento da comunidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva plantou uma muda de baobá no Palácio da Alvorada, simbolizando esperança e juízo para futuros líderes. Ele também solicitou mudas de frutas para enriquecer o local.

O sapo do deserto de Sonora enfrenta risco de extinção devido à captura excessiva por causa de suas secreções alucinógenas, alertam pesquisadores. A pressão sobre a espécie pode causar sérios problemas ecológicos.

São Paulo lançará em agosto um projeto piloto que oferece créditos no Bilhete Único para ciclistas, com inscrições até 30 de junho, visando avaliar incentivos financeiros na mobilidade urbana. A iniciativa, apoiada por instituições como a USP e a FGV, busca entender o impacto de recompensas financeiras no uso de bicicletas, promovendo a redução do transporte motorizado. O experimento, que durará três meses, requer que os voluntários sejam maiores de idade, moradores da cidade e possuam uma bicicleta.

A América Latina enfrentou perdas econômicas de US$ 6,67 bilhões em desastres naturais no primeiro semestre de 2025, com o Brasil sendo o mais afetado. A AON destaca a urgência em fortalecer a resiliência climática.

Petrobras, Exxon Mobil, Chevron e CNPC intensificam a exploração de petróleo na bacia da Foz do Amazonas, gerando preocupações sobre impactos climáticos e socioambientais. O MPF questiona a falta de estudos adequados.

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, anunciará a compensação das emissões de carbono dos jogos das seleções e a possível participação na COP30 em Belém (PA). A CBF, que até então focava em questões sociais, agora se volta para a preservação ambiental, refletindo a visão de Xaud, oriundo de Roraima, estado do bioma amazônico.