Saúde e Ciência

Governo aumenta investimento no teste do pezinho e melhora agilidade na triagem neonatal

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a ampliação do orçamento do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) de R$ 100 milhões para R$ 130 milhões, visando melhorar a testagem neonatal. Aumento de R$ 30 milhões inclui construção de laboratórios regionais e parceria com os Correios para acelerar diagnósticos, reduzindo o tempo de entrega para até cinco dias.

Atualizado em
June 26, 2025
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O ministro da Saúde Alexandre Padilha. Foto: Rafael Nascimento/MS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a ampliação do orçamento do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) nesta quinta-feira, 26. Os recursos destinados ao programa, que realiza o teste do pezinho, aumentarão de R$ 100 milhões para R$ 130 milhões anualmente. Essa medida visa fortalecer a testagem neonatal e garantir diagnósticos mais rápidos e eficazes.

Metade dos novos recursos, totalizando R$ 15 milhões, será direcionada ao apoio dos programas estaduais de testagem e à construção de um laboratório em cada região do país. A outra metade, também R$ 15 milhões, será utilizada em uma parceria com os Correios, que facilitará o transporte das amostras coletadas nas unidades de saúde para os laboratórios.

Com essa parceria, espera-se que o tempo médio de entrega dos diagnósticos seja reduzido pela metade, passando para até cinco dias. Padilha destacou a importância de estruturar a base necessária para a ampliação do teste do pezinho, permitindo que estados com menor população e dificuldades logísticas tenham acesso a exames de qualidade e agilidade.

O teste do pezinho é um exame fundamental que coleta sangue do calcanhar do recém-nascido, permitindo a identificação precoce de doenças antes do aparecimento de sintomas. Atualmente, o exame é realizado em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e está disponível em maternidades, casas de parto, comunidades indígenas e quilombolas.

A ampliação do PNTN representa um avanço significativo na saúde pública, especialmente para os recém-nascidos que podem ser afetados por doenças graves. A iniciativa não apenas melhora a infraestrutura de saúde, mas também assegura que mais crianças tenham acesso a diagnósticos precoces e tratamento adequado.

Nossa união pode fazer a diferença na promoção de saúde e bem-estar para os recém-nascidos. Projetos que visam apoiar a saúde infantil devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que todos tenham acesso a cuidados essenciais desde os primeiros dias de vida.

Carta Capital
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