O governo brasileiro anunciou um aporte de R$ 210 milhões para o Fundo Amazônia, com foco na redução do desmatamento e no desenvolvimento sustentável. A ministra Marina Silva destacou a importância da bioeconomia e do fortalecimento das instituições.

O Brasil comemorou, nesta terça-feira, 12 de agosto, o aniversário de 17 anos do Fundo Amazônia, uma iniciativa que visa reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Durante a celebração, o governo anunciou um aporte de R$ 210 milhões, sendo R$ 150 milhões destinados a 48 municípios para programas de redução de desmatamento e incêndios florestais. O restante, R$ 60 milhões, será investido no projeto Prospera na Floresta, que apoia comunidades tradicionais em atividades produtivas sustentáveis.
O Fundo Amazônia, criado como parte do compromisso do Brasil com a preservação ambiental, tem sido fundamental para o monitoramento do desmatamento na região. O Programa de Monitoramento do Desmatamento, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), utiliza satélites para acompanhar em tempo real a devastação da floresta, permitindo ações rápidas em áreas críticas.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a importância de fortalecer as instituições de comando e controle, visando que os recursos sejam cada vez mais direcionados à bioeconomia e à indústria florestal. Silva enfatizou que o objetivo é reduzir a dependência do governo em relação a esses recursos, promovendo um desenvolvimento sustentável na região.
Os doadores do Fundo Amazônia incluem países como Noruega, Alemanha, Estados Unidos, Irlanda, Japão, Reino Unido, Dinamarca e Suíça. A ampliação dos investimentos nos últimos dois anos e oito meses resultou em uma média superior a R$ 1 bilhão, refletindo os bons resultados na redução do desmatamento.
João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, ressaltou que a continuidade das doações está atrelada aos resultados positivos apresentados. A redução do desmatamento não apenas aumenta a captação de recursos, mas também permite uma melhor distribuição dos mesmos entre as iniciativas de preservação.
Iniciativas como o Fundo Amazônia demonstram como a união de esforços pode gerar impactos significativos na preservação ambiental. Projetos que visam a sustentabilidade e o desenvolvimento das comunidades locais merecem ser apoiados pela sociedade civil, contribuindo para um futuro mais equilibrado e sustentável.

Desastres relacionados a chuvas no Brasil aumentaram 222% desde 2020, resultando em 4.247 mortes e R$ 146,7 bilhões em prejuízos. Estudo destaca a correlação com o aquecimento global e a urgência de medidas preventivas.

Na Barragem de Queimados, em São Sebastião, a Polícia Militar Ambiental apreendeu 230 metros de redes de pesca e 78 peixes irregulares, resultando na detenção de três homens. A ação, realizada no último domingo (17/8), visa proteger a biodiversidade aquática e o equilíbrio dos ecossistemas locais.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil lançou um guia para a criação de Coordenadorias Municipais, visando aprimorar a gestão de riscos e salvar vidas em desastres naturais. A iniciativa destaca a importância de diagnósticos locais e articulação entre instituições para respostas mais eficazes.

Aquecimento global aumenta toxicidade do arroz, elevando arsênio e riscos à saúde. Estudo de Lewis Ziska revela que temperaturas e CO2 elevados intensificam a absorção da toxina, afetando bilhões.

Iniciou o maior mapeamento aéreo do Rio Grande do Sul, com tecnologia de 8 pontos por metro quadrado, visando orientar ações de prevenção e reconstrução após enchentes. A iniciativa é coordenada pelo Governo Federal e promete impactar diretamente a segurança da população.

Comlurb implementará um plano de R$ 5 milhões para limpar o Complexo Lagunar de Jacarepaguá, criando dez Ecopontos e dois ecoboats, visando reduzir 299,8 toneladas de resíduos diários.