O governo de São Paulo planeja leiloar em setembro de 2026 os primeiros contratos do programa Integra Resíduos, com doze consórcios municipais já aderidos. A iniciativa visa otimizar a gestão de resíduos sólidos no estado.

O Governo de São Paulo anunciou que publicará, no segundo semestre de 2026, os editais para os primeiros leilões do programa Integra Resíduos, que tem como objetivo aprimorar a gestão de resíduos sólidos nas cidades do estado. Até o momento, doze consórcios municipais já aderiram à iniciativa, sendo que três deles participarão do primeiro ciclo de leilões. As empresas vencedoras serão responsáveis por etapas como triagem, segregação e transbordo dos resíduos, enquanto a coleta continuará a ser realizada pelos municípios.
A modelagem do programa está prevista para ser iniciada em janeiro de 2026, com a publicação dos editais em setembro. Durante o segundo semestre de 2025, serão realizadas audiências e consultas públicas para discutir o andamento do projeto. A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo (Semil) divulgará mais informações sobre o processo.
No final de julho, a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, Natália Resende, se reuniu com representantes de municípios que fazem parte de três consórcios: Ceriso, Concen e Consimares. Esses consórcios incluem cidades como São Roque, Sorocaba e Campinas, que juntas geram aproximadamente quatro mil e trezentas toneladas de lixo diariamente. O encontro marcou o início da elaboração de estudos de viabilidade técnica e econômica para a estruturação dos modelos regionais de gestão de resíduos.
A Companhia Paulista de Parcerias (CPP) apresentou as diretrizes do programa durante a reunião. A Semil informou que um diagnóstico técnico será realizado por consultores especializados em políticas públicas e gestão ambiental. A secretária Resende destacou que a definição entre concessão ou parceria público-privada (PPP) dependerá do investimento necessário e do fluxo de caixa do projeto.
O Integra Resíduos foi instituído em junho de 2024, com o objetivo de promover a regionalização e a gestão integrada dos resíduos sólidos nos municípios. Atualmente, São Paulo gera cerca de quarenta mil toneladas de resíduos diariamente, e dos seiscentos e quarenta e cinco municípios do estado, cento e cinco não possuem um Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PMGRS), enquanto duzentos e noventa e cinco ainda não têm coleta seletiva.
Os gastos do estado com resíduos sólidos urbanos somam cerca de R$ 6 bilhões por ano, o que representa R$ 143,40 por habitante. O governo estadual considera a iniciativa um passo importante para aumentar a produção de biocombustíveis, especialmente o biometano. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na busca por soluções sustentáveis e eficientes para a gestão de resíduos.

Movimentos sociais planejam mobilizar 15 mil pessoas durante a COP30 em Belém, pressionando o governo Lula por justiça climática e demarcação de terras, em meio a críticas à exploração de petróleo.

Al Gore elogia o modelo de financiamento do BNDES para energias renováveis no Brasil, considerando-o um exemplo para outros países. Ele expressa otimismo sobre a COP30 em Belém, apesar dos desafios da exploração de combustíveis fósseis.

No Dia Mundial dos Elefantes, celebrado em 12 de agosto, destaca-se a importância da conservação dessas espécies ameaçadas, com apenas 400 mil elefantes africanos e 40 mil asiáticos restantes. A data, criada em 2011, une mais de cem organizações em prol da preservação.

Um simulado de emergência ambiental foi realizado entre Santos e Guarujá, envolvendo o derramamento de 200 litros de óleo diesel, com a participação de diversas instituições para testar a resposta a incidentes. O exercício, que ocorreu em 29 de julho, contou com a presença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), entre outros. O objetivo foi avaliar a eficácia do Plano de Emergência Individual (PEI) em situações de poluição por óleo, promovendo a articulação entre os envolvidos e aprimorando as medidas de prevenção e controle.

O BNDES e o Ministério do Meio Ambiente anunciaram R$ 210 milhões para revitalizar o Fundo Amazônia, priorizando parcerias com municípios na luta contra o desmatamento. A iniciativa visa reduzir pela metade a destruição florestal em estados críticos, beneficiando mais de 14 mil famílias com projetos sustentáveis.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para contestar novas regras de licenciamento ambiental que podem prejudicar povos indígenas e flexibilizar normas. A ministra criticou a falta de caráter vinculante dos pareceres das autoridades e a exclusão de terras não demarcadas, ressaltando a urgência de uma análise cuidadosa das propostas.