O Estado de São Paulo inaugurou o Centro TEA Paulista, dedicado ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, com capacidade para 24 mil atendimentos anuais. O espaço oferece serviços integrados e acolhimento humanizado.

O Governo do Estado de São Paulo inaugurou, no dia quatro de outubro, o Centro TEA Paulista, um espaço dedicado ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seus familiares e cuidadores. Localizado na Vila Leopoldina, na zona oeste da capital, o centro oferece serviços presenciais e virtuais, sem necessidade de encaminhamento, com capacidade para realizar até 24 mil atendimentos anuais.
O centro é o primeiro equipamento estadual exclusivo para pessoas com autismo e prioriza o acolhimento humanizado e a oferta integrada de serviços. Durante a inauguração, o governador Tarcísio de Freitas destacou a intenção de tornar o serviço público mais acessível e acolhedor, com planos de expandir a iniciativa para outras regiões do estado, embora ainda não haja um cronograma definido.
Entre os serviços disponíveis no Centro TEA Paulista estão orientações sobre direitos e benefícios, atendimentos terapêuticos individuais e em grupo, arteterapia, oficinas esportivas e um serviço de mobilidade para promover a autonomia dos atendidos. O espaço também conta com um jardim, uma sala de interação multissensorial e um ambiente de acolhimento para situações de crise.
O centro também se propõe a ser uma referência em pesquisa sobre o TEA, com incentivo à produção científica e capacitação de profissionais e cuidadores. Os gestores de municípios interessados em desenvolver políticas públicas para autismo poderão contar com o centro como um polo formador, oferecendo suporte técnico e cursos.
O secretário estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, informou que pessoas de qualquer idade diagnosticadas com autismo podem ser atendidas no local. Aqueles que ainda não possuem diagnóstico receberão orientações sobre como buscar avaliação especializada. Os atendimentos clínicos serão realizados em outros serviços de saúde do estado.
Com um investimento total de R$ 6.652.028,46, o Centro TEA Paulista será gerido pela Rede Teia Agir, organização social especializada no atendimento terapêutico de crianças com autismo. Iniciativas como essa são essenciais e podem ser ampliadas com o apoio da sociedade civil, que pode contribuir para a criação de mais centros e serviços que atendam a essa população vulnerável.

A 9ª edição do Prêmio CINEB, apresentada por Silvio Guindane e Marina Person, ocorrerá em 28 de junho, reconhecendo obras como "Mussum" e "Três Verões", celebrando o cinema nacional e seu acesso. O CINEB, desde 2007, já realizou mais de 761 sessões gratuitas, atingindo mais de 94 mil espectadores em diversas cidades, promovendo a democratização do audiovisual brasileiro.

O Sebrae firmou parceria com o Fundo de Impacto Estímulo para disponibilizar R$ 72 milhões em crédito a micro e pequenos empreendedores, priorizando mulheres e empresas da Amazônia Legal. A expectativa é gerar 8.700 novos empregos.

A médica Denise Ozores, diagnosticada com câncer de mama em 2020, celebra cinco anos de recuperação e lança o livro "Curados pela Fé", refletindo sobre autoconhecimento e empatia na estética. Sua experiência transformou sua prática, enfatizando a importância do cuidado humanizado e da verdadeira essência interior.

O Projeto de Lei 60/2025 em Belo Horizonte propõe a gratuidade do transporte público, financiada por multas, publicidade e contribuições empresariais, podendo arrecadar R$ 2 bilhões anuais. Essa iniciativa visa transformar o sistema e beneficiar a população, unindo vereadores de diferentes partidos em prol de um modelo sustentável.

Adultos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) enfrentam desafios invisíveis, como desorganização e fadiga mental, com diagnósticos muitas vezes subjetivos, especialmente entre mulheres. É crucial buscar informações de qualidade sobre o transtorno e suas variadas abordagens de tratamento.

O CNJ está prestes a aprovar um modelo unificado de avaliação biopsicossocial para concessão do BPC, visando reduzir a judicialização e padronizar critérios. A proposta, liderada por Luís Roberto Barroso, busca adequar a análise às necessidades das pessoas com deficiência.