O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu mil mantas e 200 lençóis da Fábrica Social, parte da Campanha do Agasalho Solidário 2025, promovendo conforto aos pacientes. A doação, coordenada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, visa substituir itens antigos do enxoval hospitalar, refletindo um gesto de cuidado e acolhimento, segundo a diretora geral, Marina da Silveira.
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu, no dia trinta de julho, uma doação significativa de mil mantas e duzentos lençóis, todos confeccionados pela Fábrica Social, um projeto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Esta entrega integra a Campanha do Agasalho Solidário 2025, que foi idealizada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e coordenada pela Chefia Executiva de Políticas Sociais do Distrito Federal.
Os lençóis têm dimensões de dois metros e setenta centímetros por um metro e setenta centímetros, enquanto as mantas medem dois metros e vinte centímetros por um metro e sessenta centímetros. Todos os itens possuem etiquetas de identificação da rede pública de saúde e foram produzidos de acordo com as especificações técnicas da Secretaria de Saúde (SES-DF).
A iniciativa visa substituir peças do enxoval hospitalar que já apresentam um longo período de uso, promovendo assim um ambiente mais confortável para os pacientes da unidade. A diretora geral do Hmib, Marina da Silveira, destacou que a chegada dos novos itens representa um gesto concreto de cuidado e acolhimento aos pacientes, que incluem mães, bebês e crianças em situações delicadas.
Marina enfatizou a importância de oferecer conforto e dignidade no atendimento, afirmando: "Diariamente lidamos com mães, bebês e crianças que enfrentam momentos delicados, e oferecer conforto e dignidade no atendimento é parte essencial da nossa missão. Somos imensamente gratos."
Essa doação não apenas melhora as condições de atendimento no Hmib, mas também reforça a importância da solidariedade na comunidade. A mobilização em torno da Campanha do Agasalho Solidário 2025 demonstra como ações coletivas podem impactar positivamente a vida de muitos.
Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, pois a união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa. O apoio a projetos que visam o bem-estar de mães e crianças é fundamental para garantir um atendimento digno e acolhedor.

A Câmara dos Deputados aprovou a criação do Dia Marielle Franco, a ser celebrado em 14 de março, em homenagem à vereadora assassinada em 2018 e aos defensores de direitos humanos. A proposta, de autoria do ex-deputado David Miranda e outros do PSOL, agora segue para o Senado. A relatora, deputada Benedita da Silva, destacou que a data fortalecerá a democracia e promoverá a proteção desses indivíduos, com ações voltadas à valorização de grupos marginalizados.

O número de municípios brasileiros que subsidiam o transporte público dobrou desde a pandemia, passando de 120 para 241, enquanto a demanda ainda não se recuperou totalmente. A NTU aponta que apenas 30% dos custos do sistema são cobertos por subsídios, refletindo a fragilidade do modelo de remuneração. O urbanista Anthony Ling critica a falta de soluções integradas para o setor, que enfrenta uma crise estrutural e demanda por investimentos em infraestrutura.

Empresas como Toyota, Nissan, John Deere e McDonald's reafirmam seu compromisso com programas de diversidade e inclusão no Brasil, mesmo diante de mudanças nos EUA. A executiva da Vale, Catia Porto, enfrenta críticas, mas defende a importância da diversidade.

Quarenta municípios receberão até R$ 500 mil cada para projetos culturais e esportivos voltados a crianças e adolescentes, totalizando R$ 18,8 milhões. As iniciativas, apoiadas pelo Itaú Social, começam em 2025.

O professor Mateus Paranhos da Costa, da Unesp, foi homenageado pela Secretaria de Agricultura de São Paulo por seu impacto no bem-estar animal, inspirando um novo modelo de marcação para animais vacinados contra a Brucelose. Essa iniciativa reflete a importância de sua pesquisa e atuação na prática pecuária, promovendo mudanças significativas e sustentáveis no manejo animal.

Luiz Paulino, sobrevivente do massacre do Carandiru, ganha destaque com suas obras impactantes, agora reconhecidas em exposições e adquiridas por importantes instituições de arte. O artista, que passou treze anos no presídio, retrata a brutalidade do sistema prisional em suas telas, que misturam realismo e surrealismo. Recentemente, suas obras foram compradas pelo Museu Nacional de Belas Artes e pela Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de um livro em sua homenagem ser organizado por Paulo Herkenhoff.