O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu mil mantas e 200 lençóis da Fábrica Social, parte da Campanha do Agasalho Solidário 2025, promovendo conforto aos pacientes. A doação, coordenada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, visa substituir itens antigos do enxoval hospitalar, refletindo um gesto de cuidado e acolhimento, segundo a diretora geral, Marina da Silveira.
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) recebeu, no dia trinta de julho, uma doação significativa de mil mantas e duzentos lençóis, todos confeccionados pela Fábrica Social, um projeto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Esta entrega integra a Campanha do Agasalho Solidário 2025, que foi idealizada pela primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, e coordenada pela Chefia Executiva de Políticas Sociais do Distrito Federal.
Os lençóis têm dimensões de dois metros e setenta centímetros por um metro e setenta centímetros, enquanto as mantas medem dois metros e vinte centímetros por um metro e sessenta centímetros. Todos os itens possuem etiquetas de identificação da rede pública de saúde e foram produzidos de acordo com as especificações técnicas da Secretaria de Saúde (SES-DF).
A iniciativa visa substituir peças do enxoval hospitalar que já apresentam um longo período de uso, promovendo assim um ambiente mais confortável para os pacientes da unidade. A diretora geral do Hmib, Marina da Silveira, destacou que a chegada dos novos itens representa um gesto concreto de cuidado e acolhimento aos pacientes, que incluem mães, bebês e crianças em situações delicadas.
Marina enfatizou a importância de oferecer conforto e dignidade no atendimento, afirmando: "Diariamente lidamos com mães, bebês e crianças que enfrentam momentos delicados, e oferecer conforto e dignidade no atendimento é parte essencial da nossa missão. Somos imensamente gratos."
Essa doação não apenas melhora as condições de atendimento no Hmib, mas também reforça a importância da solidariedade na comunidade. A mobilização em torno da Campanha do Agasalho Solidário 2025 demonstra como ações coletivas podem impactar positivamente a vida de muitos.
Iniciativas como essa devem ser estimuladas pela sociedade civil, pois a união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de quem mais precisa. O apoio a projetos que visam o bem-estar de mães e crianças é fundamental para garantir um atendimento digno e acolhedor.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência em 27 cidades devido a desastres naturais, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar ajuda para atender às necessidades emergenciais da população afetada.

A Vivo, operadora do grupo Telefónica, reportou crescimento de 6,2% na receita e quase 110 milhões de clientes em 2025, destacando-se em sustentabilidade com redução de 90% nas emissões. A empresa se tornou referência global em práticas ESG, promovendo inclusão e digitalização no Brasil.

Especialistas criticam políticas públicas ineficazes na Cracolândia, defendendo uma abordagem integrada que priorize saúde e assistência social em vez de internações involuntárias. A falta de continuidade nas ações resulta em dispersão dos usuários e mini cracolândias.

A Corrida Tiradentes, promovida pela Polícia Militar do Distrito Federal, atraiu três mil participantes e arrecadou mais de 12 toneladas de alimentos, destacando a luta contra a violência de gênero. O evento, realizado em 25 de maio, contou com a presença de autoridades e enfatizou a importância da integração entre civis e militares. Todos os corredores receberam medalhas, celebrando o sucesso da iniciativa.

Giovanna Ewbank e Lázaro Ramos revelaram suas lutas contra o burnout, destacando a crescente crise de saúde mental entre trabalhadores brasileiros. A nova norma legal prioriza a saúde mental nas empresas.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou proposta que obriga o poder público a buscar leitos de UTI em hospitais privados para pessoas com 80 anos ou mais quando não houver vagas em instituições públicas. A medida visa garantir acesso à saúde para idosos vulneráveis, mas levanta questões sobre a universalidade do atendimento. O projeto segue para análise em outras comissões antes de ser votado pela Câmara e Senado.