A desigualdade de gênero persiste em cargos de liderança, com mulheres sobrecarregadas pela multitarefa. É crucial filtrar o essencial para alcançar foco e sucesso, desafiando imposições sociais.
Historicamente, as mulheres enfrentam desigualdades em diversas esferas, como educação e mercado de trabalho. Essa exclusão se reflete na escassez de mulheres em cargos de liderança e reconhecimento, mesmo em um contexto onde o sucesso é frequentemente associado a mérito individual. No entanto, essa análise ignora que o sucesso, como o conhecemos, é moldado por privilégios de acesso, tempo e espaço, que historicamente foram negados às mulheres.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, ao referir-se a “homens” como sinônimo de humanidade, evidencia um atraso histórico que ainda impacta a vida das mulheres. Durante muito tempo, elas foram impedidas de estudar, competir em esportes e exercer profissões. Essa luta por direitos básicos, como ter um CPF, votar e decidir sobre seus corpos, é um reflexo das desigualdades estruturais que persistem até hoje.
Além das desigualdades estruturais, a naturalização da multitarefa entre mulheres se torna um obstáculo significativo. Muitas vezes, elas são sobrecarregadas com responsabilidades que vão além da carreira, incluindo o cuidado com filhos e familiares, gestão do lar e a pressão de manter uma imagem impecável. Essa expectativa de equilibrar múltiplas funções pode desviar o foco do que realmente importa, como o tempo de qualidade e o desenvolvimento de habilidades específicas.
Enquanto homens podem se dedicar integralmente a uma única tarefa, as mulheres frequentemente enfrentam interrupções por demandas emocionais e organizacionais. Essa habilidade de multitarefa, embora exaltada, tem um custo alto e é muitas vezes imposta. A pressão para atender a todas essas expectativas pode levar ao esgotamento e à distração, dificultando o alcance de objetivos maiores.
O desafio atual é aprender a filtrar o que é essencial do que é acessório. Isso envolve distinguir entre escolhas pessoais e imposições sociais, além de identificar o que realmente empodera e o que apenas consome energia. A liberdade pode estar na capacidade de se concentrar em uma única tarefa, dedicando tempo e atenção a ela, o que pode ser um ato revolucionário em um mundo que valoriza a dispersão.
Essa reflexão sobre a condição da mulher no mercado de trabalho e na sociedade é um convite à ação. Projetos que visam apoiar mulheres em suas jornadas podem fazer a diferença. Ao unir forças, podemos contribuir para que mais mulheres tenham acesso a oportunidades e recursos que promovam seu desenvolvimento e bem-estar.
Hospital Nove de Julho atinge 10 mil cirurgias robóticas, sendo pioneiro na América Latina. O foco em treinamento e tecnologia minimamente invasiva melhora a recuperação e qualidade de vida dos pacientes.
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) confirmou a condenação da União a pagar R$ 200 mil por danos morais coletivos devido a declarações homofóbicas do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro. A indenização será destinada ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, visando políticas LGBTI+. O relator do caso, desembargador Wilson Zauhy, destacou que as falas de Ribeiro, que associaram a homossexualidade a "famílias desajustadas", ferem princípios fundamentais da sociedade. A decisão reflete a intolerância à discriminação por parte de agentes públicos.
O Brasil alcançou a marca de 30,3 mil transplantes em 2024, com 85% realizados pelo SUS. O investimento público cresceu 28%, e novas tecnologias serão implementadas para ampliar o acesso e reduzir a recusa familiar.
Nos últimos cinco anos, o mercado de beleza no Brasil tem se adaptado às necessidades de mulheres negras, oferecendo uma gama diversificada de produtos para cabelos crespos e pele negra. Movimentos sociais e a crescente demanda por inclusão impulsionaram essa transformação, refletindo uma mudança significativa nas tendências de consumo.
Relatório da Comissão Lancet alerta que, até 2030, mais de 1 bilhão de jovens enfrentará problemas de saúde, com destaque para doenças mentais e obesidade, agravadas por crises climáticas e a pandemia de covid-19.
A UBS 8 de Taguatinga promoveu sua primeira Feira da Saúde, oferecendo serviços como vacinação, testes rápidos e atividades de automassagem, além de diversão para as crianças. O evento visa aproximar a comunidade da unidade e destacar os serviços disponíveis.