O Ministério da Saúde lançou três manuais para padronizar a identidade visual das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Brasil, visando fortalecer a comunicação e a integração com a população. Os documentos orientam sobre a aplicação de marcas em sinalização, vestuário e unidades móveis, promovendo a imagem institucional do SUS. A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destaca a importância da identidade visual para o reconhecimento dos serviços e o pertencimento da comunidade.

O Ministério da Saúde lançou recentemente três manuais que visam padronizar a comunicação e a identidade visual das Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o Brasil. Essas diretrizes têm como objetivo fortalecer a imagem do Sistema Único de Saúde (SUS) e promover uma maior integração com a população. Os manuais abordam a aplicação de marcas em UBS, vestuário e unidades móveis, estabelecendo padrões claros para a sinalização e ambientação.
Os documentos orientam estados e municípios sobre a sinalização externa e interna das unidades, além de itens de vestuário e equipamentos utilizados pelos profissionais de saúde. O conteúdo inclui diretrizes para placas, envelopamento de veículos e objetos de uso cotidiano, como mochilas e pranchetas. É fundamental que as secretarias de saúde sigam as instruções de posicionamento e tamanho das logomarcas, evitando distorções nas cores e padrões.
A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destacou a importância desses manuais para a identidade visual do SUS. Segundo ela, "queremos que os materiais sejam amplamente conhecidos por gestores e trabalhadores que atuam na APS". A utilização das marcas oficiais é vista como essencial para o fortalecimento dos serviços de saúde e para o sentimento de pertencimento da população.
O Manual de Identidade Visual e Sinalização é dividido em três partes: sinalização, que trata da identificação das unidades; ambiência, que foca na decoração e na aproximação entre as equipes e a comunidade; e conteúdos técnicos, que fornecem informações relevantes para a transparência e o controle social. O material inclui peças prontas para produção e opções editáveis, permitindo personalização conforme a necessidade local.
Os outros dois manuais, voltados para a aplicação das marcas em unidades móveis e vestuário, orientam sobre os padrões esperados para uniformes e equipamentos de proteção individual. Essas diretrizes são essenciais para reforçar a imagem institucional do SUS e garantir que os profissionais estejam adequadamente identificados durante suas atividades.
Com a implementação dessas diretrizes, espera-se que a população tenha uma melhor percepção dos serviços de saúde oferecidos. Projetos que visem apoiar a saúde pública e a melhoria da infraestrutura das UBS podem ser fundamentais para garantir que essas iniciativas sejam efetivas e alcancem todos os cidadãos. Nossa união pode fazer a diferença na promoção de um sistema de saúde mais acessível e reconhecido.

Mariana Xavier, atriz e humorista, está em cartaz com o monólogo "Antes do ano que vem", que aborda saúde mental e celebra três anos de sucesso no Teatro Copacabana Palace. Ela lançou um sugador de clitóris acessível e compartilha sua jornada de amor-próprio e diversidade, enquanto namora Guido, um diretor de comerciais. Mariana destaca a importância de discutir saúde mental e prazer sexual, buscando impactar positivamente a vida de suas seguidoras.

Startups de saúde podem se inscrever até 30 de junho para a segunda edição do Maice Lab, promovido pelo Hospital Maice em Caçador (SC), com foco em inovação e pré-aceleração. O programa oferece mentoria e a chance de testar soluções no hospital, visando aprimorar a gestão e a experiência do paciente.

A Marinha do Brasil celebrou o Dia da Marinha com a troca da Bandeira na Praça dos Três Poderes, incluindo um espetáculo musical e atendimentos médicos gratuitos à população.

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP lançou o projeto Livros da Floresta, com 131 obras de autoria indígena, promovendo a diversidade e o acesso à literatura indígena. O projeto visa preservar a produção documental indígena e facilitar o acesso a pesquisadores, destacando a importância da literatura indígena no Brasil.

O machismo persiste no Parlamento brasileiro, evidenciado por ataques à ministra Marina Silva e relatos de agressões a mulheres. Apenas 18% das cadeiras da Câmara são ocupadas por mulheres.

Ana Paula Araujo lançou seu novo livro "Agressão – A escalada da Violência Doméstica no Brasil" no Rio de Janeiro, reunindo amigos e discutindo casos emblemáticos de violência. A obra, publicada pela Globo Livros, traz relatos de vítimas e profissionais, abordando a dura realidade enfrentada por muitas brasileiras e relembrando casos como o de Maria da Penha e o assassinato de Elisa Samudio.