O Ministério da Saúde, em parceria com a OPAS, lançou um chamamento público para o Laboratório de Inovação em Saúde do Programa Mais Médicos, com inscrições até 13 de junho de 2025. O objetivo é reconhecer e compartilhar práticas que melhorem o SUS.

O Ministério da Saúde (MS), em colaboração com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), anunciou um chamamento público para o Laboratório de Inovação em Saúde do Programa Mais Médicos (PMM) no dia dezenove de maio de dois mil e vinte e cinco. O objetivo é identificar, organizar e compartilhar iniciativas que melhorem os serviços e processos de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS). As inscrições estão abertas até treze de junho de dois mil e vinte e cinco.
As propostas devem abranger áreas de gestão, assistência e formação vinculadas ao PMM em todo o Brasil. Podem participar médicos do programa, gestores municipais de saúde e membros de equipes de Saúde da Família ou de Atenção Primária que incluam médicos do programa. As experiências devem ser submetidas a um dos cinco eixos temáticos do edital.
A coordenadora geral de Planejamento, Avaliação e Dimensionamento para profissionais do SUS, Grasiela Damasceno, destacou que o edital visa reconhecer as práticas de saúde desenvolvidas pelos médicos do Programa e proporcionar uma oportunidade para que essas práticas sejam aplicadas em todo o país.
As iniciativas selecionadas receberão um certificado de reconhecimento e poderão ser divulgadas em materiais audiovisuais, publicações técnicas e plataformas digitais, aumentando sua visibilidade e potencial de inspiração para outras equipes em contextos semelhantes.
O Seminário Marco Zero, realizado nos dias dezenove e vinte de maio, marca o início do ciclo institucional de monitoramento e avaliação de pesquisas de provimento para o SUS. O evento busca promover o diálogo entre pesquisadores, gestores e formuladores de políticas públicas, visando a melhoria das estratégias de provimento e fixação de profissionais no SUS.
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, enfatizou a importância do projeto para fortalecer a gestão do conhecimento e o monitoramento de evidências científicas. Em situações como essa, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visam melhorar o acesso à saúde para as populações mais vulneráveis.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.

A senadora Mara Gabrilli criticou o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com Síndrome Congênita do Zika, destacando a necessidade urgente de apoio às famílias. A pressão por mudanças continua.

A partir de hoje, 3.173 médicos do Programa Mais Médicos começam a atuar em 1.618 municípios e 26 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, com foco na atenção primária à saúde. O programa, que já conta com cerca de 24,7 mil profissionais, visa atender mais de 63 milhões de brasileiros, priorizando regiões vulneráveis e com escassez de médicos.

O Ministério da Educação (MEC) elevou o teto de financiamento do Fies para Medicina de R$ 60 mil para R$ 78 mil, a partir do 2º semestre de 2025, mas estudantes ainda enfrentam dificuldades financeiras.

A bailarina Ingrid Silva, referência na dança clássica, ministrará uma aula gratuita para jovens bailarinos no Ballet Manguinhos, promovendo inclusão e representatividade na comunidade. O evento, que ocorrerá em Higienópolis, é um marco para os mais de 400 alunos atendidos pelo projeto social na Zona Norte do Rio de Janeiro. As inscrições são limitadas e abertas ao público externo.

Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.