O governador Tarcísio de Freitas e a secretária Natália Resende afirmaram que será possível nadar nos rios Tietê e Pinheiros até 2029, com a adesão de 371 municípios ao plano de saneamento. Durante a comemoração da desestatização da Sabesp, Tarcísio destacou a importância da despoluição e comparou a meta a desafios históricos, enquanto Natália confirmou que alguns trechos podem ser limpos antes do prazo. O investimento total é de R$ 5,6 bilhões.

O governador Tarcísio de Freitas, acompanhado da secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, anunciou durante a celebração do primeiro ano da desestatização da Sabesp, que a meta de despoluição dos rios Tietê e Pinheiros é viável até 2029. Tarcísio destacou que a adesão de 371 dos 374 municípios ao plano de saneamento é um indicativo positivo para a realização desse objetivo.
Em seu discurso, o governador fez uma analogia com a corrida espacial, mencionando que, assim como houve ceticismo sobre a possibilidade de enviar um homem à lua em dez anos, a transformação dos rios paulistanos também é possível em um curto período. A secretária Natália Resende complementou que alguns trechos do Tietê podem ser despoluídos antes de 2029, mas o prazo geral se mantém.
A gestão de Tarcísio tem priorizado a despoluição dos rios, um problema que persiste há décadas na região metropolitana de São Paulo. O governo investiu R$ 5,6 bilhões em ações de retirada de resíduos e desassoreamento dos leitos d'água, além da privatização da Sabesp e do lançamento de um plano para levar saneamento a áreas rurais e de ocupação.
Apesar dos esforços, a meta de limpeza do Tietê para 2024 não foi cumprida, conforme a secretária do Meio Ambiente. Ela explicou que a meta inicial considerava a situação de Pirapora, que enfrenta décadas sem desassoreamento, o que levou a um remanejamento das metas para a região. Contudo, ela afirmou que um volume significativo de resíduos foi removido nos últimos dois anos.
O plano de universalização da coleta e tratamento de esgoto também foi destacado por Tarcísio, que comemorou a adesão de 371 municípios ao plano de saneamento, o que representa uma adesão voluntária e indica a possibilidade de cumprir a meta de universalização. O governador enfatizou que a eficiência do saneamento está ligada à infraestrutura compartilhada entre os municípios.
Essas iniciativas são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida na região e podem inspirar a sociedade civil a se mobilizar em prol de projetos que visem a preservação ambiental e a saúde pública. A união em torno de causas como essa pode fazer a diferença na transformação dos rios e na construção de um futuro mais sustentável.

O Brasil deve receber mais de 7 milhões de visitantes em 2025, um feito histórico impulsionado por iniciativas de turismo sustentável, conforme anunciado pela Embratur. O presidente Marcelo Freixo destacou projetos como Onçafari e Biofábrica de Corais, que promovem a conservação ambiental e a biodiversidade.

O ESG Summit 2025, promovido pela EXAME, enfatizou a urgência de ações coordenadas contra a crise climática, destacando o papel do Brasil e a importância do engajamento social. O evento abordou soluções para adaptação urbana, saneamento e desigualdades sociais, com a participação de líderes do setor público e privado.

André Clark, da Siemens Energy, ressalta a relevância da COP-30 no Brasil para abordar mudanças climáticas e segurança energética, destacando o papel do país em energias renováveis e a necessidade de adaptação.

O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou a alocação de 2.324 leitos para a COP 30, com preços diferenciados para países ricos e pobres. A China enviará mil delegados, exigindo mais acomodações.

A COP30, em Belém (PA), contará com o portal COP30 Events, que mapeia mais de 40 eventos para engajar a sociedade civil nas discussões climáticas. A plataforma visa conectar vozes e promover ações colaborativas.

A COP30, conferência da ONU sobre clima, ocorrerá em Belém, mas negociadores de 25 países pedem mudança de local devido aos altos preços de hospedagem, ameaçando a participação de nações menos desenvolvidas.