O Governo do Distrito Federal inicia a construção do Capsi no Recanto das Emas, com investimento de R$ 4,7 milhões, para atender a crescente demanda por saúde mental infantojuvenil. A unidade é parte de um plano que prevê cinco novos centros de atenção psicossocial, visando fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e responder ao aumento de transtornos mentais pós-pandemia.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, assinou, no dia seis de maio, a ordem de serviço para a construção do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) no Recanto das Emas. Com um investimento de R$ 4,7 milhões, a nova unidade será localizada no Setor Hospitalar da entrequadra 104/105 e visa fortalecer o atendimento em saúde mental para crianças e adolescentes da região. A obra já teve início e integra um conjunto de ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para expandir a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
O secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, ressaltou a relevância da iniciativa, afirmando que "após a pandemia, houve um aumento significativo dos transtornos mentais". Ele considera que a nova unidade representa uma resposta concreta a essa realidade e um avanço nas políticas públicas de saúde mental. A subsecretária de Saúde Mental da Secretaria de Saúde do DF, Fernanda Falcomer, também enfatizou o compromisso da pasta em ampliar os serviços, destacando que a expansão da rede psicossocial é uma prioridade.
Estão previstos cinco novos centros de atenção psicossocial no DF, incluindo dois Capsi voltados ao público infantojuvenil, um no Recanto das Emas e outro em Ceilândia. Além disso, haverá dois Caps III AD, especializados em tratamento de dependência química, localizados no Guará e em Taguatinga, e uma unidade no Gama para adultos com transtornos mentais agudos ou crônicos. Essas iniciativas visam atender à crescente demanda por serviços de saúde mental na região.
Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) são especializados no atendimento a pessoas com transtornos mentais graves, incluindo aqueles relacionados ao uso de álcool e outras drogas. O atendimento é realizado em regime de porta aberta, sem necessidade de agendamento prévio. As equipes são compostas por profissionais de diversas áreas, como psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, garantindo um atendimento integral e humanizado.
Entre dois mil e dezessete e dois mil e vinte e quatro, os Caps foram responsáveis por mais de um milhão e quinhentos mil atendimentos, evidenciando a crescente demanda em todas as faixas etárias. Atualmente, o DF conta com dezoito Caps, além de ambulatórios de saúde mental e outros serviços de urgência e emergência. As Unidades Básicas de Saúde também oferecem suporte a pacientes com necessidades de saúde mental.
A assinatura da ordem de serviço ocorreu durante a inauguração do Centro de Referência da Mulher Brasileira no Recanto das Emas, que atenderá mulheres de várias regiões. Em um momento em que a saúde mental é uma prioridade, a sociedade civil pode se unir para apoiar iniciativas que promovam o bem-estar e a recuperação de crianças e adolescentes em sofrimento psíquico, contribuindo para um futuro mais saudável e acolhedor.
Estudo do Imperial College London revela que crianças de famílias de baixa renda apresentam telômeros mais curtos, indicando envelhecimento biológico acelerado e maior risco de doenças crônicas. A pesquisa, com mais de mil crianças europeias, destaca a urgência de políticas públicas para reduzir desigualdades desde a infância.
Em 2025, o Prêmio Engenho Mulher homenageia Gina Vieira, Joice Marques e Rosane Garcia por suas iniciativas transformadoras em Ceilândia. A cerimônia será no Museu de Arte de Brasília, em 12 de maio.
Inscrições para a segunda edição do Laboratório de Inovação em Vigilância em Saúde (LIS-VIG) foram prorrogadas até 6 de junho de 2025, focando em experiências na Amazônia Legal e no Rio Grande do Sul. A OPAS, em parceria com Conass e Conasems, busca fortalecer ações de vigilância em saúde por meio de soluções inovadoras.
Sam Porto, primeiro homem trans a desfilar no São Paulo Fashion Week, expressa descontentamento com a estagnação da representação trans na moda e o aumento da violência contra homens trans. A luta por visibilidade e oportunidades continua.
O Ministério da Saúde lançou três manuais para padronizar a identidade visual das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Brasil, visando fortalecer a comunicação e a integração com a população. Os documentos orientam sobre a aplicação de marcas em sinalização, vestuário e unidades móveis, promovendo a imagem institucional do SUS. A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destaca a importância da identidade visual para o reconhecimento dos serviços e o pertencimento da comunidade.
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