O Governo do Estado do Rio de Janeiro lançará, nesta quarta-feira, 21, uma campanha que celebra o investimento histórico de R$ 1 bilhão em cultura, com Renato Aragão como protagonista. Desde 2021, foram alocados R$ 700 milhões em mais de 450 projetos e R$ 100 milhões em reformas de equipamentos culturais. Em 2024, R$ 70 milhões serão destinados a obras em locais icônicos como o Theatro Municipal e o Parque Lage. A campanha destacará a conexão do artista com o estado e contará com imagens de pontos turísticos emblemáticos.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro lançará, nesta quarta-feira, 21, uma campanha que celebra o investimento histórico de R$ 1 bilhão em cultura, o maior já realizado no setor na região. O ator e humorista Renato Aragão, famoso por seu papel como “Didi Mocó”, será o protagonista da iniciativa, que destaca obras em locais icônicos da cidade.
Desde 2021, o governo já destinou R$ 700 milhões para mais de 450 projetos culturais, além de cerca de R$ 100 milhões para a construção e reforma de equipamentos culturais em diversas regiões do estado. A campanha visa relembrar a conexão de Aragão com o estado e celebrar esses investimentos significativos.
Em 2024, um pacote adicional de R$ 70 milhões foi anunciado para obras em importantes espaços culturais, como o Theatro Municipal, Parque Lage, Casa França-Brasil e a sede da Lapa do Museu da Imagem e do Som (MIS). Essas ações visam revitalizar e fortalecer a cultura fluminense, promovendo acesso e valorização das artes.
A campanha publicitária contará com imagens emblemáticas de pontos turísticos, como os Arcos da Lapa e o Theatro Municipal, reforçando a importância desses locais para a identidade cultural do Rio de Janeiro. A presença de Renato Aragão, uma figura querida pelo público, traz um apelo emocional à iniciativa.
O investimento em cultura é fundamental para a promoção de projetos que envolvem a sociedade e estimulam a criatividade. A valorização das artes contribui para o desenvolvimento social e econômico, além de proporcionar oportunidades para artistas e coletivos culturais.
Nessa perspectiva, a união da sociedade civil pode ser um motor para impulsionar ainda mais iniciativas culturais. Projetos que buscam apoio e recursos para suas atividades são essenciais para garantir a continuidade e a expansão das ações culturais no estado, beneficiando a todos.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que libera R$ 30 bilhões do Fundo Social para quitar dívidas de produtores rurais afetados por desastres climáticos entre 2020 e 2025. A medida estabelece taxas de juros diferenciadas e prazos de até 15 anos para pagamento, visando aliviar a pressão financeira sobre o setor agrícola.

A cardiologista Ludhmila Hajjar, com 23 anos de carreira, lidera iniciativas sobre política de drogas e inteligência artificial na saúde. Seu trabalho visa transformar a assistência médica e promover justiça social.

A morte de uma criança em um desafio viral gerou clamor por proteção digital. A deputada Maria do Rosário propõe uma CPI para investigar crimes digitais contra menores, enquanto a juíza Paula Afoncina Barros Ramalho enfatiza a responsabilidade do Estado e da sociedade na proteção infantojuvenil.
Heleninha, personagem de Paolla Oliveira, inicia sua recuperação do alcoolismo ao participar de reuniões do Alcoólicos Anônimos, buscando desestigmatizar a doença e incentivar a busca por ajuda. A trama destaca a importância da empatia e da responsabilidade na jornada de recuperação.

De 19 a 22 de agosto, o Complexo Cultural de Samambaia será palco da 4ª edição do Teatro é Popular, promovido pelo grupo Mamulengo Fuzuê, com apresentações gratuitas e acessibilidade. O evento, que já impactou 7 mil pessoas, inclui a exposição "Mamulengo, Patrimônio Brasileiro" e sessões voltadas a estudantes de escolas públicas e EJA.

Mirtes Santana, após a trágica perda do filho Miguel, iniciou a faculdade de direito para buscar justiça e ajudar outros. Recentemente, obteve nota máxima em projeto sobre trabalho escravo contemporâneo.