O Ministério da Integração reconheceu a emergência em 126 municípios do Piauí, permitindo acesso a recursos federais para abastecimento de água e ampliando a Operação Carro Pipa. A seca afeta 205 cidades.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), intensificou suas ações de apoio ao estado do Piauí, que enfrenta uma das secas mais severas dos últimos anos. Atualmente, dos 224 municípios piauienses, 205 estão em situação de emergência devido à estiagem. Na última segunda-feira, o MIDR reconheceu a emergência em 126 municípios, permitindo que essas localidades solicitem recursos federais para abastecimento de água e ampliação da Operação Carro Pipa.
Com a inclusão desses municípios, o MIDR visa garantir o acesso a recursos financeiros para ações emergenciais, como o abastecimento de água potável. Desde o início do período de estiagem, o ministério já destinou quase R$ 400 mil ao estado, principalmente para locação de caminhões-pipa e compra de combustível. Esses recursos são essenciais para atender as áreas urbanas que enfrentam colapso hídrico.
Atualmente, a Operação Carro Pipa Federal atende 21 municípios, utilizando 162 caminhões para abastecer uma população de 61.573 pessoas. A coordenadora-geral do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Júnia Ribeiro, destacou que os recursos são destinados, em caráter excepcional, às áreas urbanas que já enfrentam colapso hídrico. O MIDR reafirma seu compromisso em agilizar os reconhecimentos de emergência e aprovar planos de trabalho rapidamente.
A situação no Piauí é alarmante, e a necessidade de água potável se torna cada vez mais urgente. O reconhecimento da emergência em tantos municípios demonstra a gravidade da estiagem e a importância de ações rápidas e eficazes. O governo federal está mobilizando recursos, mas a colaboração da sociedade civil é fundamental para enfrentar essa crise.
Além das ações governamentais, iniciativas da sociedade civil podem fazer a diferença na vida das pessoas afetadas pela seca. Projetos que visem arrecadar fundos para a compra de água, manutenção de caminhões-pipa ou apoio a comunidades vulneráveis são essenciais neste momento crítico. A união de esforços pode ajudar a mitigar os impactos da seca e garantir que todos tenham acesso a água potável.
Nesta situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos. A mobilização da sociedade em torno de projetos que visem apoiar as vítimas da seca é crucial para garantir que todos tenham acesso ao que é fundamental para a vida: a água.

Cientistas alertam sobre a urgência da conservação da Amazônia na Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências, enfatizando a integração de saúde, cultura e ciência para enfrentar desafios ambientais e sociais.

O Programa de Conservação do Mico-leão-preto, liderado pelo IPÊ, recebeu US$ 50 mil do Fundo de Reintrodução de Espécies, permitindo novas translocações e um censo populacional na Fazenda Mosquito. A iniciativa visa fortalecer a população da espécie ameaçada e restaurar a biodiversidade da Mata Atlântica.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfrenta resistência no Congresso após o veto de 63 dispositivos da nova lei de licenciamento ambiental pelo presidente Lula, que propõe um novo projeto. A ministra busca convencer os parlamentares sobre a importância de integrar avanços conceituais, mantendo a proteção ambiental e a agilidade no processo.

A bióloga Yara Barros, coordenadora do projeto Onças do Iguaçu, foi premiada com o Whitley Award, recebendo £ 50 mil para expandir suas iniciativas de conservação da onça-pintada no Paraná. O prêmio aumenta a visibilidade do projeto e possibilita a compra de equipamentos e treinamento, visando a preservação dessa espécie ameaçada.

Organizações entregaram recomendações à COP30 para aumentar o financiamento à Amazônia, visando captar até US$ 125 bilhões até 2030 para conservação e desenvolvimento sustentável. A proposta destaca a urgência de ações para evitar o colapso climático global.

Belém se prepara para a COP30 com 38 obras de infraestrutura, totalizando R$ 7 bilhões em investimentos, mas moradores expressam ceticismo sobre os reais benefícios para a cidade.