O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde distribuirá 10 mil combos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Brasil. A consulta pública, aberta até 2 de junho, visa aprimorar especificações e logística. A iniciativa, segundo a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, fortalecerá o SUS e melhorará a qualidade do atendimento, com foco em vacinação e redução da mortalidade materna.

O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde, do governo brasileiro, irá distribuir dez mil combos de equipamentos para modernizar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o país. Antes do início da distribuição, o Ministério da Saúde promove uma consulta pública, que ficará aberta até 2 de junho, para coletar sugestões de fornecedores, gestores e da sociedade. O objetivo é aprimorar as especificações técnicas dos equipamentos e a logística de entrega.
Em 2025, o PAC Saúde pretende atualizar a infraestrutura das UBS com itens essenciais, como eletrocardiógrafos, dermatoscópios, câmaras frias para vacinas, retinógrafos, desfibriladores, cadeiras de rodas e ultrassons portáteis. Esses equipamentos são fundamentais para garantir um atendimento qualificado e resolutivo à população. A secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, destaca que a disponibilização desses combos é uma estratégia estruturante que integrará as principais políticas do Ministério da Saúde.
Com as UBS equipadas, as ações de vacinação serão ampliadas, assim como o enfrentamento das arboviroses urbanas e a resolutividade do cuidado na Estratégia Saúde da Família. Além disso, a iniciativa visa a redução da mortalidade materna e o fortalecimento do SUS Digital nos territórios. A consulta pública é uma oportunidade para que a sociedade participe ativamente desse processo de melhoria na saúde pública.
Para participar, os interessados devem acessar a plataforma Participa+ Brasil, baixar o Caderno da Consulta Pública, preencher o modelo de proposta e enviar o arquivo preenchido para o e-mail indicado. As contribuições serão analisadas com base em critérios de relevância técnica, viabilidade econômica e adequação às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
O PAC Saúde é uma iniciativa do governo federal que busca fortalecer a infraestrutura do SUS, ampliando a qualidade na prestação de serviços e o acesso à saúde, especialmente em áreas que mais necessitam. O investimento em equipamentos e na modernização das UBS é um passo importante para garantir equidade no atendimento à população.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, contribuindo para que as UBS recebam os recursos e equipamentos necessários para atender melhor a população. Projetos que visam apoiar a saúde pública devem ser estimulados, pois podem impactar diretamente a qualidade de vida das comunidades.

O programa "Agora Tem Especialistas" do Ministério da Saúde permite que operadoras de saúde atendam pacientes do SUS em troca de quitação de dívidas. Oito pacientes já foram beneficiados em Recife.

Neste sábado (18/7), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizará uma grande ação de vacinação em cinquenta locais, abrangendo todas as idades. Serão oferecidas vacinas contra dengue, covid-19, febre amarela, meningite, gripe e HPV. É imprescindível apresentar documento de identificação e caderneta de vacinação. Caso o documento tenha sido perdido, o histórico de vacinas pode ser recuperado na sala de vacinação anterior. A imunização é crucial para a saúde pública e visa aumentar a cobertura vacinal da população.

Entre 14 e 25 de abril, escolas públicas atualizarão a caderneta de vacinação de 27,8 milhões de alunos, visando vacinar 90% dos estudantes menores de 15 anos. O Ministério da Saúde investiu R$ 150 milhões.

Estudo revela que a estimulação transcraniana de corrente contínua anódica, aliada a exercícios e educação sobre dor, reduz em até 38,76% a interferência da dor em mulheres com fibromialgia, superando o placebo.

Espasticidade, uma sequela comum em sobreviventes de AVC, afeta um em cada três pacientes, comprometendo mobilidade e qualidade de vida. Tratamento precoce é crucial para recuperação e autonomia.

A demanda por diagnóstico e tratamento de lipedema aumentou 30% em consultórios dermatológicos, após reconhecimento da doença pela OMS e maior conscientização pública. A dermatologista Adriana Vilarinho destaca que mais de cinco milhões de mulheres no Brasil podem ter a condição sem saber. O lipedema, reconhecido oficialmente em 2019, é frequentemente confundido com problemas estéticos.