O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) anunciou R$ 1,65 bilhão para revitalizar bacias hidrográficas, priorizando saneamento e reflorestamento, especialmente nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba.

O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), anunciou um investimento de R$ 1,65 bilhão em projetos voltados à revitalização de bacias hidrográficas. Essa iniciativa é crucial para garantir o abastecimento de água, a produção agrícola e a preservação ambiental, especialmente em regiões vulneráveis como o semiárido brasileiro.
Nelton Friedrich, diretor do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas do MIDR, destacou que as bacias hidrográficas são áreas onde toda a água da chuva escoa para um ponto comum, geralmente um rio principal. Ele enfatizou a importância de revitalizar essas áreas, recuperar nascentes e conservar o solo para enfrentar a crise hídrica e a degradação dos recursos hídricos.
Os projetos incluem ações de saneamento básico, reflorestamento, conservação do solo e combate à erosão, com foco nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba. Essas medidas visam não apenas a preservação ambiental, mas também o desenvolvimento regional e a inclusão social, aumentando a resiliência das comunidades frente às mudanças climáticas.
As ações são guiadas pelo Plano Nacional de Revitalização de Bacias Hidrográficas (PNRBH), que estabelece diretrizes para a preservação e recuperação dessas áreas. O objetivo é assegurar o uso sustentável dos recursos hídricos e melhorar as condições socioambientais nas regiões beneficiadas.
Friedrich ressaltou que a gestão das águas deve ser descentralizada e participativa, envolvendo a sociedade civil. Ele afirmou que a água é um bem comum e um direito humano essencial, e que a colaboração da população é fundamental para o sucesso das iniciativas de revitalização.
Com o aumento dos investimentos e a participação ativa da sociedade, é possível transformar a realidade das bacias hidrográficas e garantir um futuro mais sustentável. A união em torno de projetos que promovam a conservação e o uso responsável da água pode fazer a diferença na vida de muitas comunidades.

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal atendeu 38 incêndios florestais em um único dia, devastando 142.276 metros quadrados de vegetação nativa. Técnicas de combate foram empregadas para controlar as chamas.

Branqueamento de corais atinge 84% dos recifes globais, ameaçando ecossistemas marinhos. O aumento das temperaturas e a acidificação dos oceanos, impulsionados por emissões de gases, intensificam a crise. Cientistas alertam que a mortalidade coralina pode ser devastadora, afetando milhões que dependem desses habitats.

Uma baleia-jubarte foi resgatada pelo Instituto Argonauta em Ilhabela, mas a liberação total não foi possível. A equipe continua monitorando a situação e alerta para os riscos do emalhe.

O BNDES lançou um edital de R$ 10 bilhões para projetos de energias renováveis no Nordeste, com propostas aceitas até 15 de setembro. A iniciativa visa impulsionar a transição energética e a descarbonização no Brasil.

Ricardo Mussa, chair da SB COP30, afirma que a transição dos combustíveis fósseis será lenta, com foco em inovação e políticas públicas até 2050. A COP-30 em Belém reunirá o setor privado para discutir soluções climáticas.

A concessionária Águas do Rio iniciou a recuperação do Rio Maracanã, reduzindo em 25 milhões de litros mensais o esgoto despejado, com intervenções que visam despoluir a Baía de Guanabara. A primeira fase já mapeou dez quilômetros do rio e a próxima etapa focará na instalação de coletores para captar esgoto nas redes de drenagem.