A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, criticou a alta dos preços de hospedagem em Belém para a COP-30, chamando a situação de "extorsão", enquanto elogiou os vetos de Lula ao projeto de licenciamento ambiental.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, elogiou os 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que flexibiliza o licenciamento ambiental, destacando que esses vetos foram fundamentais para preservar a integridade do processo. Durante um evento em São Paulo, ela também criticou a alta dos preços de hospedagem em Belém, onde ocorrerá a COP-30, chamando a situação de “extorsão”. A ministra enfatizou que o governo está trabalhando para garantir preços acessíveis para as delegações de países em desenvolvimento.
Marina Silva participou de um evento com jovens e recebeu críticas sobre a sanção do projeto, que foi apelidado de “PL da Devastação” por opositores. Ela defendeu que os vetos garantem a proteção dos direitos dos povos indígenas e a segurança jurídica para empreendimentos, ao mesmo tempo que incorporam inovações do Congresso. O Legislativo ainda decidirá se mantém ou derruba os vetos, que incluem a proibição da licença autodeclaratória para atividades poluentes.
Entre os itens vetados, estão a licença autodeclaratória e a retirada do regime de proteção da Mata Atlântica. Contudo, o governo manteve a Licença Ambiental Especial (LAE), que permite um processo mais rápido para projetos considerados estratégicos. A ministra minimizou as críticas, afirmando que o licenciamento continuará em fases, garantindo qualidade no processo.
Marina também abordou a crítica de que a LAE poderia acelerar a exploração de petróleo pela Petrobras na Margem Equatorial. Ela afirmou que a priorização de projetos será analisada tecnicamente pelo conselho de governo, evitando decisões unilaterais. A ministra destacou que a intenção de priorizar um projeto deve ser justificada e não pode ser apenas uma demanda pessoal.
O governo federal, juntamente com o governo do Pará e a presidência da COP, está empenhado em garantir que o evento seja acessível a todos. Em situações como essa, a união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar iniciativas que promovam a acessibilidade e a inclusão, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar desse importante debate sobre o clima.

A empresa canadense The Metals Company, apoiada pelo governo dos EUA, planeja iniciar a mineração em águas internacionais, desafiando normas da ONU e gerando preocupações ambientais. Especialistas alertam que os riscos podem superar os benefícios.

A COP30, em novembro de 2025, em Belém, será um marco na luta contra a crise climática, exigindo ação coordenada em quatro pilares: adaptação, ambição, saída dos combustíveis fósseis e coragem política. O evento destaca a urgência de enfrentar o colapso climático e a necessidade de um esforço coletivo para garantir um futuro sustentável.

Estudo revela que mudanças climáticas podem levar à extinção de 500 espécies de aves em um século, mas programas de recuperação podem salvar 68% da biodiversidade global. Ações urgentes são necessárias.

O projeto de naturalização da Lagoa Rodrigo de Freitas, liderado pelo biólogo Mario Moscatelli, busca transformar áreas alagadas em espaços de lazer e ecoturismo, com obras iniciando em agosto e conclusão prevista para o fim do ano. A iniciativa, apoiada pela Prefeitura do Rio e pelo vereador Flávio Valle, visa restaurar a riqueza ecológica da lagoa e melhorar a drenagem local.

O novo aeroporto em São Félix do Tocantins, previsto para dezembro, promete facilitar o acesso ao Jalapão, aumentando o fluxo turístico e impulsionando a economia local. A estrutura, com capacidade para aeronaves de pequeno porte, deve transformar a logística de transporte, atraindo novos perfis de visitantes e ampliando a visibilidade dos atrativos naturais da região. Contudo, o crescimento do turismo exige atenção à preservação ambiental e políticas públicas que garantam a sustentabilidade.

Reservatórios da Grande São Paulo estão em níveis alarmantes, com apenas 41,1% de capacidade, o menor índice desde 2015. A Sabesp planeja campanhas de conscientização, mas racionamentos estão descartados.