O Hospital Angelina Caron, em Curitiba, inicia a cirurgia cardíaca robótica com o robô Da Vinci X, liderada pelo especialista Rodrigo Ribeiro de Souza, visando recuperação mais rápida e menos dor aos pacientes.

As doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 400 mil mortes anualmente no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Em resposta a essa grave situação, o Hospital Angelina Caron, localizado na Região Metropolitana de Curitiba, adotou a cirurgia cardíaca robótica, utilizando o robô Da Vinci X. Este avanço visa oferecer procedimentos menos invasivos, proporcionando uma recuperação mais rápida e confortável para os pacientes.
O ambulatório de cirurgias minimamente invasivas do Hospital Angelina Caron é especializado em técnicas modernas e seguras, focando em procedimentos laparoscópicos e robóticos. A abordagem é individualizada, com uma equipe multidisciplinar que prioriza a recuperação rápida, a redução da dor e um atendimento humanizado. O primeiro procedimento de cirurgia cardíaca robótica foi realizado pelo médico Rodrigo Ribeiro de Souza, que é uma referência internacional na área.
Rodrigo Ribeiro de Souza, que possui certificação em cirurgia robótica pela University of South Florida (EUA), retornou ao Paraná após uma temporada em centros de excelência nos Estados Unidos. Ele é membro de importantes sociedades internacionais, como a Society of Thoracic Surgery (STS) e a International Society of Minimally Invasive Cardiothoracic Surgery (ISMICS). Segundo Souza, a inclusão da cirurgia robótica reafirma o compromisso do hospital com a inovação e a medicina de excelência.
A cirurgia robótica se diferencia da tradicional, que requer a abertura completa do tórax, permitindo apenas pequenas incisões. Isso possibilita ao cirurgião controlar os braços robóticos com alta precisão, resultando em visualização em alta definição e movimentos delicados. Os pacientes que se submetem a essa técnica experimentam menos dor no pós-operatório, menor risco de infecção e um tempo de internação reduzido, o que também diminui a necessidade de transfusões de sangue.
Para garantir a segurança e a eficácia dos procedimentos, as equipes cirúrgica, de anestesia e de enfermagem passaram por meses de treinamento especializado. A integração entre as áreas foi fundamental para alcançar o nível de preparo necessário. O primeiro procedimento realizado foi uma revascularização do miocárdio, que visa restaurar o fluxo sanguíneo ao músculo cardíaco, uma intervenção crucial para a saúde cardiovascular.
Iniciativas como a do Hospital Angelina Caron são essenciais para melhorar a qualidade do atendimento em saúde. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visam a inovação na medicina e a recuperação de pacientes. O envolvimento da comunidade pode fazer a diferença na vida de muitos que necessitam de cuidados especializados.

Modelo e apresentadora Carol Ribeiro, aos 43 anos, revela diagnóstico de esclerose múltipla. Após anos de sintomas não esclarecidos, a amiga Ana Claudia Michels a incentivou a buscar ajuda médica.

Estudo da Faculdade de Medicina de Botucatu revela que a suplementação de vitamina D em baixa dosagem pode potencializar a quimioterapia em mulheres com câncer de mama. Os resultados indicam uma resposta significativa ao tratamento, sugerindo novas pesquisas.

A cantora Preta Gil faleceu aos 50 anos em decorrência de um câncer de intestino. Diagnosticada em janeiro de 2023, enfrentou tratamentos intensivos, incluindo quimioterapia e cirurgias. Após uma recidiva em agosto de 2024, ela passou por uma cirurgia complexa em dezembro, onde foram removidos cinco tumores e implantada uma bolsa de colostomia definitiva.

A WideLabs desenvolve o Baby Minder, um móbile de berço com IA que detecta movimentos de bebês para identificar precocemente condições neurológicas. Apoiado pela Eurofarma, o dispositivo visa melhorar o acesso a diagnósticos no Brasil.

Cientista Sujan Shresta apresenta vacina inovadora que oferece proteção cruzada contra Dengue e Zika, estimulando anticorpos e células T, com foco em acessibilidade para países em desenvolvimento.

A Anvisa autorizou a primeira vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan e Valneva, para adultos acima de dezoito anos. O imunizante, já aprovado nos EUA e na União Europeia, demonstrou alta eficácia em estudos clínicos, com 98,9% de produção de anticorpos. A vacina, que utiliza vírus vivo atenuado, será fabricada na Alemanha, com planos de produção no Brasil. A disponibilização ao público ainda não tem data definida, mas o Butantan planeja vacinar prioritariamente residentes de áreas endêmicas.