Hospital das Clínicas da USP, referência em pesquisa, iniciou mais de 2.300 protocolos em 2023 e 2024 e planeja um novo centro de pesquisas para 2026, ampliando sua liderança em estudos clínicos.

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC) se destaca como um importante hospital-escola no Brasil, atuando na vanguarda da pesquisa médica. Em 2023 e 2024, a instituição iniciou mais de dois mil protocolos de pesquisa, com planos para um novo centro de pesquisas clínicas até 2026, que visa dobrar sua capacidade de projetos e consolidar sua liderança em estudos inovadores.
O HC, reconhecido como o melhor hospital público do país em pesquisa, realiza investigações rigorosas com pacientes voluntários e colabora com o Instituto Butantan no desenvolvimento de vacinas contra dengue e Covid-19. A professora Rossana Pulcineli, responsável pela coordenação dos estudos, destaca que a instituição não apenas executa pesquisas, mas também propõe novas investigações, aproveitando a diversidade de casos atendidos.
A diversidade genética da população brasileira torna o HC um local estratégico para estudos internacionais, aumentando a validade dos resultados. Além disso, a instituição realiza pesquisas de mundo real, que avaliam medicamentos e tecnologias na saúde pública, contribuindo para a melhoria do sistema de saúde.
O hospital possui um histórico de inovações, incluindo o primeiro transplante de rim e de útero da América Latina, além de ser pioneiro em transplantes de coração e fígado. Desde 2014, o HC também realiza cirurgias robóticas, que garantem maior precisão e recuperação mais rápida para os pacientes, com cerca de cem procedimentos assistidos por robôs anualmente.
Com uma estrutura que abrange 600 mil metros quadrados, o HC está em expansão, com a construção do Instituto Dr. Ovídio Pires de Campos, que ampliará os atendimentos em diversas especialidades. A expectativa é que essa nova unidade aumente em até trinta por cento a capacidade assistencial, além de fortalecer a área de saúde digital, com mais de 600 mil teleconsultas realizadas desde 2020.
Apesar de seu prestígio, o HC enfrenta desafios, como incidentes de segurança. Contudo, a administração está comprometida em colaborar com investigações e oferecer suporte às vítimas. Em um contexto de contínua evolução e inovação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a saúde e a pesquisa, beneficiando a todos.

A umidade e o mofo em ambientes fechados representam uma séria ameaça à saúde respiratória, afetando 30% da população brasileira. Especialistas alertam sobre a necessidade de medidas preventivas para melhorar a qualidade do ar.

A menopausa, um processo natural em fases, pode ser amenizada com terapia hormonal com hormônios bioidênticos, melhorando a qualidade de vida das mulheres. Especialistas alertam para os riscos de saúde associados à menopausa, como perda óssea e problemas de sono.

Pesquisas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP revelam que a malária em áreas urbanas da Amazônia é majoritariamente assintomática, dificultando o diagnóstico e exigindo novas estratégias de vigilância. Estudos em Mâncio Lima e Vila Assis Brasil mostram que métodos moleculares detectam até dez vezes mais infecções que a microscopia, evidenciando a necessidade de ações direcionadas para eliminar a doença no Brasil.

Pessoas com pernas mais fortes têm menor risco de morte por diversas causas, destacando a importância do fortalecimento muscular para a longevidade saudável. Estudos mostram que músculos das pernas ajudam a prevenir quedas e melhoram a saúde cardiovascular. Exercícios simples, como agachamentos e caminhadas, podem preservar a força muscular ao longo dos anos.
Sofia de Araújo, mãe de Ceilândia, foi homenageada por sua doação de leite materno no evento “AmamentAção”, que promoveu saúde e acolhimento a mães e gestantes durante o Agosto Dourado.

A saúde auditiva é crucial para a qualidade de vida dos idosos, com a perda auditiva não tratada sendo um fator de risco para demência. A economia prateada movimentou R$ 1,8 trilhão em 2024, evidenciando a necessidade de atenção a essa questão.